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Por Sam Tabahriti</p> LONDRES, 7 Abr (Reuter

Por Equipe Editorial CifraNET · 07/04/2026
Por Sam Tabahriti</p>
LONDRES, 7 Abr (Reuter
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Por Sam Tabahriti

LONDRES, 7 Abr (Reuters) - Os médicos residentes na Inglaterra iniciaram uma greve de seis dias nesta terça-feira, após rejeitarem uma oferta que o governo disse que não melhoraria, com a Associação Médica Britânica (BMA) dizendo que a proposta não é capaz de reverter anos de erosão salarial e pressões sobre a equipe.

A greve durante o feriado da Páscoa deve se estender até ?a manhã de 13 de abril, depois que um ultimato de 48 horas do primeiro-ministro Keir Starmer passou sem acordo.

O governo agora retirou a promessa de financiar 1.000 postos adicionais de treinamento especializado que, segundo ele, dependia da aceitação do acordo.

O ministro ?da Saúde, Wes Streeting, disse que o governo não estava preparado para gastar o dinheiro necessário para os serviços aos pacientes em um acordo que considerava inacessível, estimando que a greve custaria ao serviço de saúde cerca de 50 milhões de libras (US$66 milhões) por dia, ou 300 milhões durante os seis dias de greve.

Falando na Times Radio nesta terça-feira, Streeting disse que os médicos residentes haviam garantido o maior aumento salarial de qualquer grupo do setor público durante o governo trabalhista, mas que haviam rejeitado a oferta sem apresentar uma contraproposta.

Streeting havia dito que a oferta 'não ?poderia ser melhor do que essa' ao pedir que o sindicato reconsiderasse no mês passado.

A BMA representa cerca de 55.000 dos médicos residentes -- anteriormente conhecidos como médicos juniores -- que constituem quase a metade da força de trabalho médica.

(Reportagem de Sam Tabahriti)

 

Fonte: Antena 1

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