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Avaliação de guerra é melhor em Israel do que nos EUA, diz especialista

Israel segue uma agenda própria no conflito com o Irã, distinta dos interesses dos Estados Unidos, segundo análise do pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin. Em entrevista ao WW nesta quinta-feira (11), Brustolin desta...

Veiculo: CifraNET 2 min de leitura
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Avaliação de guerra é melhor em Israel do que nos EUA, diz especialista
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Israel segue uma agenda própria no conflito com o Irã, distinta dos interesses dos Estados Unidos, segundo análise do pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin.


Em entrevista ao WW nesta quinta-feira (11), Brustolin destacou que as ações militares israelenses refletem, sobretudo, a vontade de Netanyahu, que enfrenta pressões políticas e jurídicas internas.


Netanyahu e os interesses eleitorais
Brustolin afirmou que "Israel está fazendo a vontade específica do Netanyahu, que não necessariamente é o interesse de Israel". Segundo o especialista, Israel tem eleições programadas para 27 de outubro, podendo ser antecipadas para setembro, após aprovação parlamentar.

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Netanyahu, que enfrenta quatro acusações de corrupção e deve responder por não ter prevenido os ataques de 7 de outubro de 2023, também é alvo de uma ordem de prisão do Tribunal Penal Internacional.


"Ele não pode deixar o poder porque vai acabar sendo preso", ressaltou Brustolin, traçando um paralelo com o caso de Golda Meir, julgada por não ter prevenido os ataques do Yom Kippur.


Divergência entre Israel e Estados Unidos
Brustolin apontou uma clara ausência de convergência de interesses entre os dois países. Dentro de Israel, a guerra contra o Irã é avaliada de forma significativamente mais positiva do que nos Estados Unidos, onde apenas 27% da população apoia o conflito.

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Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revelou que 81% dos norte-americanos são contrários à forma como Trump tem conduzido a guerra. Esse cenário cria um ambiente desfavorável ao prolongamento do conflito.


Impasse no Líbano
O especialista também destacou o impasse envolvendo o sul do Líbano. Netanyahu alega que não retirará as tropas israelenses da região enquanto o Hezbollah não se desarmar.


No entanto, o Hezbollah se recusa a depor as armas, mesmo sob pressão do próprio governo libanês. Brustolin mencionou ainda uma declaração do presidente do Líbano, Joseph Aoun, que na sexta-feira passada afirmou que o Irã deve cessar o fornecimento de armas ao Hezbollah, pois "ninguém mais dentro do Líbano aguenta essa guerra".


O Hezbollah também descumpre a resolução 1701 da ONU, de 2006, que proíbe a presença de armas e tropas abaixo do rio Litane, localizado 24 quilômetros ao norte da fronteira israelense. "Não há uma saída para esse impasse até o momento", concluiu Brustolin.


Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.


 


Fonte: CNN

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