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Pressão criou condição para EUA e Irã quererem fim da guerra, diz professor

Um possível acordo provisório de paz entre Estados Unidos e Irã pode ser assinado nos próximos dias, segundo análise do professor de Relações Internacionais Danny Zahreddine, ao WW. Para ele, a pressão econômica mútua en...

Veiculo: CifraNET 2 min de leitura
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Um possível acordo provisório de paz entre Estados Unidos e Irã pode ser assinado nos próximos dias, segundo análise do professor de Relações Internacionais Danny Zahreddine, ao WW.


Para ele, a pressão econômica mútua entre os dois países criou uma condição favorável para que ambos os lados busquem uma saída do conflito.


Zahreddine destacou que, desta vez, há um elemento novo que diferencia o atual momento das declarações anteriores sobre um possível entendimento.

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"O posicionamento público do ministro das Relações Exteriores, o Abbas Araghchi, dizendo que eles não chegaram tão perto quanto chegaram agora", foi apontado pelo professor como um sinal relevante de avanço nas negociações.


Pressões econômicas de ambos os lados
O professor explicou que a pressão imposta pelos americanos aos portos iranianos, impedindo o Irã de exportar petróleo pelo Golfo Pérsico, combinada com as pressões que os próprios Estados Unidos enfrentam em razão dos preços do petróleo e dos fertilizantes, criou um cenário em que os dois lados têm interesse em resolver o impasse.


Segundo Zahreddine, os termos do acordo já estariam prontos há mais de duas semanas, e a questão era apenas o timing escolhido pelos americanos para anunciá-lo como uma vitória política.

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Divisões internas no governo iraniano
Zahreddine também chamou atenção para as tensões internas no governo iraniano.


De um lado, a linha mais dura, ligada à Guarda Revolucionária, se opõe a qualquer acordo que considere desfavorável, preferindo uma postura de confronto total.


Do outro, uma ala mais moderada e reformista, representada pelo próprio Araghchi, enxerga o protocolo de entendimento como uma vitória razoável.


Essa divisão interna representa um dos principais desafios para a conclusão do acordo.


Apesar do otimismo cauteloso, o professor ressaltou que o presidente americano, Donald Trump, já afirmou, por quase 40 vezes desde abril, que um acordo estava prestes a ser assinado.


Por isso, Zahreddine concluiu que é necessário aguardar a semana seguinte para uma avaliação mais precisa sobre a real possibilidade de um entendimento definitivo entre os dois países.


Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.


 


Fonte: CNN

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