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O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, voltou atrás na decisão de destituir sua equipe de defesa na manhã desta segunda-feira (25), durante a abertura do julgamento pelo Tribunal do Júri no Rio de Janeiro.
A mudança de postura ocorreu após o Ministério Público (MP) solicitar sua transferência para o presídio de segurança máxima Bangu 1, sob a acusação de que o réu estaria utilizando manobras para postergar o processo.
Cinco anos após o caso, justiça retoma julgamento de morte de Henry Borel | CNN NOVO DIA
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No início da sessão, Jairinho alegou que seria "impossível" ser julgado devido ao estado de saúde de seu advogado principal, Fabiano Lopes, que sofreu um infarto recentemente.
O réu afirmou que não teve tempo hábil para alinhar estratégias com os demais membros da banca e pediu o adiamento do júri.
Em resposta, o promotor do caso classificou a atitude como uma tentativa de "não querer encarar a realidade" e ressaltou que a defesa acompanha o processo há anos.
Toque agora.
Diante da possibilidade de suspensão, o MP pediu que Jairinho fosse retirado de Bangu 8, unidade destinada a presos com curso superior e perfil midiático, e enviado para Bangu 1, local de isolamento para lideranças criminosas e detentos de alta periculosidade.
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Monique Medeiros chora ao receber liberdade provisória em julgamento da morte de filho - CNN Brasil
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Jairinho, padrasto de Henry Borel, em julgamento sobre morte de criança - CNN Brasil
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em julgamento da morte do próprio filho - CNN Brasil
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Jairinho, padrasto de Henry Borel, em julgamento sobre morte de criança - CNN Brasil
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em julgamento da morte do próprio filho - CNN Brasil
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Na chegada ao Tribunal do Júri, o pai de Henry Borel, Leniel Borel, expressou um misto de gratidão, ansiedade e um forte apelo por justiça. Ele destacou que o julgamento não se trata apenas do nome do seu filho, mas de "o quanto o Brasil está disposto a proteger suas crianças" - Camille Barbosa - CNN Brasil
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Juíza em julgamento de Monique Medeiros e Jairinho sobre morte de Henry Borel - CNN Brasil
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Conselho de Sentença foi definido no início do julgamento de Monique Medeiros e Dr. Jairinho no Rio de Janeiro - CNN
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Cristiano Medina, atua como advogado e assistente de acusação, representando os interesses de Leniel Borel (pai da vítima) - CNN Brasil
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A equipe jurídica busca a absolvição da ré, sustentando a tese de que Monique vivia um relacionamento abusivo com Jairinho e que ele tinha um perfil de vitimar pessoas como ela - CNN Brasil
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Os advogados do ex-vereador negam as agressões e defendem a tese de que a morte foi acidental - CNN Brasil
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Ex-vereador do Rio de Janeiro e ex-médico, Jairo Souza Santos Júnior, era o padrasto da criança e é apontado pelas investigações como o autor das agressões físicas que causaram a morte de Henry. - Reprodução
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, esponde pelo crime baseada na omissão relevante, pois, segundo a acusação, tinha conhecimento das torturas sofridas pelo filho e consentiu com a situação. - Jaqueline Frizon/CNN
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Avaliação da juíza e reconstituição da banca
A juíza Elizabeth Machado Louro, titular do II Tribunal do Júri, reforçou que a sociedade não pode ser mantida "refém" de interrupções processuais.
Após uma pausa nos trabalhos e consulta com seus advogados, Jairinho decidiu reconstituir parte de sua defesa. Dos cerca de 20 profissionais que atuavam no caso, ele optou por manter quatro nomes para dar continuidade ao julgamento.
Com a decisão, o Conselho de Sentença, formado por cinco homens e duas mulheres, foi oficialmente instalado para analisar as acusações.
Lei Henry Borel completa 4 anos neste domingo; dia antecede júri do caso | AGORA CNN
Acusações e contexto do crime
Jairinho e a ex-mulher, Monique Medeiros, são julgados pela morte de Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em março de 2021. Ambos respondem por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.
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Henry Borel em comemoração ao seu aniversário de 4 anos, em maio de 2020 - Foto: Arquivo Pessoal
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Henry Borel, de 4 anos, morreu em 8 de março - Reprodução
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Leniel Borel no documentário "Caso Henry Borel, A Marca da Maldade" - Divulgação
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imagem de Henry Borel em ação em uma homenagem ao Dia das Crianças - Divulgação/Leniel Borel
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À esquerda Dr. Jairinho, à direita Monique Medeiros com o filho Henry Borel - Arte/CNN
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Segundo o laudo do IML, a criança sofreu 23 lesões e morreu por hemorragia interna provocada por ação contundente, descartando a versão inicial de acidente doméstico apresentada pelos réus.
Fonte: CNN
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