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Richard Gere revela arrependimento sobre filme de 2013 que deseja apagar da história

Por Equipe Editorial CifraNET · 26/06/2026
Richard Gere revela arrependimento sobre filme de 2013 que deseja apagar da história
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Richard Gere construiu uma carreira marcada por altos e baixos, começando como um dos atores mais promissores e desejados de sua geração, para depois se envolver em projetos que ele próprio gostaria de esquecer. O ator ganhou destaque internacional com filmes como "American Gigolo" (1980) e "An Officer and a Gentleman" (1982), que o consagraram como um dos principais galãs de Hollywood. No entanto, essa fama também trouxe o risco do tipo de papéis repetitivos, o que o levou a aceitar trabalhos que prejudicaram sua trajetória. Durante os anos 1980, Gere enfrentou uma fase difícil, marcada por filmes que não foram bem recebidos pela crítica e pelo público, quase se tornando um nome esquecido na indústria. A virada veio com sua atuação no thriller psicológico "Internal Affairs" e, sobretudo, com o sucesso estrondoso de "Pretty Woman" (1990), ao lado de Julia Roberts, que o recolocou no topo do estrelato, embora temporariamente. Porém, sua carreira sofreu outro revés quando suas opiniões pessoais, espirituais e políticas o afastaram do mainstream, culminando em uma proibição de duas décadas de participar do Oscar. O filme "Red Corner" (1997) marcou o início desse afastamento silencioso de Hollywood. Mesmo com altos e baixos após os anos 2000, Richard Gere continuou atuando, mas nenhum de seus trabalhos recentes se compara ao que ele considera seu maior erro: o filme "Movie 43", lançado em 2013. Esta comédia antológica é amplamente reconhecida como uma das piores produções já feitas, e Gere não é o único ator a se arrepender de ter participado. Em entrevista, Gere explicou que foi persuadido a aceitar o papel por conexões pessoais - o diretor do filme era padrinho de sua enteada e amigo próximo de sua então esposa, Carey Lowell. Ele admitiu que foi "convencido" a participar, um exemplo claro de nepotismo que o levou a se envolver em um projeto que ele hoje prefere esquecer. No filme, Gere interpreta um bilionário da tecnologia que cria um aparelho musical com a forma de uma mulher nua, e a trama inclui cenas absurdas que geraram críticas severas. Quando questionado se teria interesse em revisitar ou assistir ao resultado de seu trabalho nesse filme, o ator foi categórico: "Não quero perder meu tempo." Esse sentimento é compartilhado por outros grandes nomes que participaram de "Movie 43", como Hugh Jackman, que também expressou arrependimento e afirmou que, se pudesse voltar no tempo, evitaria o projeto. A trajetória de Richard Gere mostra como até atores consagrados podem se envolver em filmes problemáticos e, mesmo assim, continuar uma carreira respeitável. Sua sinceridade sobre o arrependimento em relação a "Movie 43" serve como um lembrete das armadilhas que existem na indústria cinematográfica e da importância de escolhas cuidadosas. Richard Gere - 2004
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