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RD Congo carrega recorde negativo na história das Copas; entenda

Por Equipe Editorial CifraNET · 17/06/2026
RD Congo carrega recorde negativo na história das Copas; entenda
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A República Democrática do Congo estreia na Copa do Mundo na tarde desta quarta-feira (17) contra Portugal. Os congoleses entram em campo com um recorde negativo na bagagem. A seleção, que ainda era Zaire, sofreu a maior goleada de africanos na história dos Mundiais, quando perdeu de 9 a 0 para Iugoslávia, em 1974.

A participação na Copa do Mundo de 1974 entrou para a história por reunir pioneirismo africano, resultados negativos e bastidores conturbados.

Na época, o país era governado por Mobutu Sese Seko e adotava o nome Zaire. A vaga no Mundial veio com o título da Copa Africana de Nações de 1974, quando o torneio servia como classificatório direto. Com a classificação, a nação se tornou a primeira selção da África subsaariana a disputar uma Copa do Mundo.

Como foi a campanha na Copa da goleada
O caminho de Zaire não era fácil na Copa do Mundo de 1974. O sorteio colocou os afircanos em um grupo com Brasil (atual campeão), Escócia, além da Iugoslávia, que costumava ter seleções de alto nível.

No campo, a diferença técnica e de experiência se fez presente. O Zaire foi eliminado com três derrotas, sem marcar gols e sofrendo 14 bolas na rede.

A campanha incluiu derrota na estreia para a Escócia, goleada por 9 a 0 para a Iugoslávia e revés por 3 a 0 diante do Brasil. O placar contra os europeus entrou para a lista das maiores goleadas da história das Copas.

Curiosidades e episódios que marcaram o Mundial
A participação também ficou marcada por episódios curiosos e simbólicos. O mais lembrado ocorreu contra o Brasil, quando o defensor Ilunga Mwepu saiu da barreira e chutou a bola antes da cobrança de falta de Rivelino.

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Durante anos, o lance foi interpretado como desconhecimento das regras. Mais tarde, o próprio jogador explicou que se tratava de um protesto em meio ao caos vivido pela delegação.

O contexto político também pesou. Relatos indicam problemas com premiações não pagas e pressão do regime após a goleada sofrida, o que afetou diretamente o ambiente da equipe durante o torneio.

*Com informações de Gabriel Teles, da CNN Brasil

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Fonte: CNN

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