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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se

Por Equipe Editorial CifraNET · 26/04/2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se solidarizou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à primeira-dama, Melania Trump, e afirmou que o "Brasil repudia veementemente" o ataque a tiros em um jantar em que o líder norte-americano participava na noite de sábado (25).

"Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", disse Lula em uma publicação no X.

Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos...

- Lula (@LulaOficial) April 26, 2026

Trump foi retirado às pressas do palco pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos durante o Jantar dos Correspondentes, em Washington, na noite passada, segundo informações da CNN.

O vice-presidente JD Vance e integrantes do gabinete de Trump, que também participavam do evento, deixaram o local rapidamente.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o motivo da retirada nem informações oficiais adicionais sobre o ocorrido.

O suspeito do tiroteio foi identificado como um homem chamado Cole Tomas Allen, de 31 anos, segundo fontes policiais. Ele foi detido.

Em uma coletiva de imprensa após o ocorrido, Trump afirmou que a suspeita é de que o atirador seja um "lobo solitário".

"Parece que eles acham que ele era um lobo solitário. E eu também acho isso", disse o presidente. Ele também descreveu o suspeito como "um cara que parecia bem malvado quando estava caído".

Trump divulga momento do ataque e imagem do atirador detido | CNN BRASIL

*Com informações da CNN e da Reuters

 

Fonte: CNN

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