O PAPEL DE 1973 QUE ROBERT REDFORD RECUSOU REPETIR E MUDOU O RUMO DE UMA FRANQUIA
Durante os anos 1970, Robert Redford era um dos atores mais requisitados de Hollywood. Seu talento e carisma o transformaram em um dos maiores astros da década, permitindo que escolhesse cuidadosamente os projetos dos quais participaria.
Uma das decisões mais marcantes de sua carreira ocorreu após o sucesso de "The Sting", lançado em 1973. O filme reuniu Redford e Paul Newman em uma das parcerias mais celebradas do cinema, conquistando público, crítica e vários prêmios da Academia.
Diante do enorme sucesso, surgiram planos para uma continuação. Os produtores acreditavam que a dupla poderia repetir a fórmula vencedora e transformar a história em uma franquia duradoura.
No entanto, Robert Redford não demonstrou interesse em retornar ao papel. O ator acreditava que a história havia sido concluída de forma satisfatória e não via necessidade de prolongar a narrativa apenas por motivos comerciais.
Sem Redford e posteriormente sem Newman, o projeto acabou seguindo outro caminho. Quando "The Sting II" finalmente chegou aos cinemas em 1983, nenhum dos protagonistas originais retornou.
A sequência foi recebida com avaliações muito inferiores às do filme original e jamais conseguiu reproduzir o mesmo impacto cultural alcançado pela produção de 1973.
A decisão de Redford acabou sendo vista por muitos críticos como acertada. Enquanto o primeiro filme permanece como um clássico absoluto do cinema norte-americano, sua continuação raramente é lembrada pelo público moderno.