O álbum de rock progressivo de 1976 que Taylor Hawkins chamava de sua "bíblia da bateria"
O disco que Taylor Hawkins considerava sua verdadeira "bíblia da bateria" era "2112", lançado pelo Rush em 1976.
O ex-baterista do Foo Fighters nunca escondeu sua admiração por Neil Peart e frequentemente dizia que estudava esse álbum desde a adolescência para compreender novas possibilidades rítmicas.
Segundo Hawkins, "2112" mudou completamente sua forma de enxergar a bateria. A combinação de técnica, criatividade e musicalidade apresentada por Peart serviu de referência durante toda a sua carreira.
A faixa-título, dividida em vários movimentos, impressionou Taylor pela complexidade dos arranjos e pela maneira como a bateria conduzia toda a narrativa musical.
Além dela, músicas como "A Passage to Bangkok", "Something for Nothing" e "The Twilight Zone" também faziam parte de seus estudos.
Mesmo alcançando fama mundial com o Foo Fighters, Hawkins continuava citando Neil Peart como um dos maiores bateristas da história e reconhecia que grande parte de seu estilo havia sido construída ouvindo repetidamente "2112".
O álbum consolidou o Rush como um dos gigantes do rock progressivo e permanece influenciando bateristas de diferentes gerações quase cinquenta anos após seu lançamento.
Para Taylor Hawkins, nenhuma escola de música ensinava tanto quanto ouvir Neil Peart em "2112", razão pela qual o disco ganhou o apelido de sua verdadeira "bíblia da bateria".