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Chefe de arbitragem da Fifa rejeita parcialidade em Argentina x Egito

O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, defendeu a atuação da arbitragem na vitória da Argentina por 3 a 2 sobre o Egito, nas oitavas de final da Copa do Mundo, rejeitando as alegações de parcialidade e afirman...

Veiculo: CifraNET 3 min de leitura
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Chefe de arbitragem da Fifa rejeita parcialidade em Argentina x Egito
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O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, defendeu a atuação da arbitragem na vitória da Argentina por 3 a 2 sobre o Egito, nas oitavas de final da Copa do Mundo, rejeitando as alegações de parcialidade e afirmando que os árbitros atuaram com total independência.


Em entrevista publicada no site da Fifa nesta quinta-feira (9), Collina afirmou que as críticas à arbitragem fazem parte do futebol, mas condenou o questionamento da integridade dos oficiais após o Egito reclamar da atuação da equipe depois da derrota.


"Discussões construtivas sobre decisões sempre farão parte do futebol, mas alegações infundadas não têm lugar no nosso esporte", comentou Collina.

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"Ninguém pode questionar a integridade dos árbitros da Copa do Mundo. Ninguém pode afirmar que a arbitragem da Fifa possa ser influenciada por alguém, nem mesmo pelo presidente Gianni Infantino."


Collina afirmou que tais alegações poderiam provocar ameaças contra os árbitros e suas famílias.


Reclamações do Egito
O Egito foi eliminado do torneio, mas alegou ter sido tratado injustamente depois que a Argentina reverteu uma desvantagem de 2 a 0 para conquistar a vitória com um gol de Enzo Fernández nos acréscimos.

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O técnico Hossam Hassan alegou após a partida que pode ter havido pressão sobre o árbitro para manter a Argentina no torneio. E a Federação Egípcia de Futebol afirmou que "diversos incidentes cruciais suscitaram sérias preocupações e deixaram profundas dúvidas sobre a consistência e a imparcialidade das decisões que influenciaram diretamente o rumo do jogo".


O Egito argumentou que o gol de Mostafa Zico no segundo tempo foi anulado incorretamente por uma suposta falta inexistente na jogada anterior. O Egito também se indignou com o fato de uma falta em Mohamed Salah não ter sido marcada momentos antes da Argentina iniciar a jogada que resultou no gol da vitória.


Collina afirmou que o VAR recomendou corretamente a anulação do gol de Zico após identificar uma falta de Marwan Attia sobre o zagueiro argentino Lisandro Martinez durante a fase de posse de bola no ataque.


"Acreditamos que falta é falta. Independentemente de a falta parecer 'óbvia' ou não, se o árbitro não a viu em campo, o VAR pode intervir", comentou Collina.


Ele também defendeu a decisão de não marcar pênalti para o Egito antes do gol da vitória da Argentina, afirmando que tanto o árbitro quanto o VAR consideraram o contato entre Salah e Julian Alvarez como um "contato normal de futebol".


"Pisar no pé de um adversário é falta, enquanto um defensor que toca na bola primeiro e depois faz um contato normal de futebol não cometeu falta", disse ele.


Embora reconhecendo que algumas decisões sempre envolveriam um elemento de subjetividade, Collina afirmou que a Fifa estava satisfeita com a forma como os princípios do VAR foram aplicados ao longo do torneio.


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Fonte: CNN

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