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Calor extremo nos EUA impacta comemorações do 4 de julho e cancela eventos

Os Estados Unidos celebram neste sábado (4) os 250 anos da independência sob uma das ondas de calor mais intensas dos últimos anos no leste do país. Além das temperaturas extremas, meteorologistas alertam para a possibil...

Veiculo: CifraNET 2 min de leitura
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Calor extremo nos EUA impacta comemorações do 4 de julho e cancela eventos
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Os Estados Unidos celebram neste sábado (4) os 250 anos da independência sob uma das ondas de calor mais intensas dos últimos anos no leste do país.


Além das temperaturas extremas, meteorologistas alertam para a possibilidade de tempestades que podem afetar as festividades do Dia da Independência.


As temperaturas devem variar entre 32°C e mais de 38°C em áreas que vão da Nova Inglaterra ao Sudeste americano. Filadélfia e Washington podem registrar o terceiro dia consecutivo com máximas acima de 37°C. Na quinta e na sexta-feira, dezenas de cidades igualaram ou bateram recordes históricos de temperatura.


A onda de calor já provocou impactos. Um homem de 68 anos morreu na Pensilvânia após passar mal enquanto podava arbustos, segundo autoridades locais, que atribuíram o óbito à exaustão pelo calor. Os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) também relataram índices extremamente elevados de doenças relacionadas às altas temperaturas em partes do Nordeste.


As condições climáticas também alteraram a programação das comemorações. O desfile do Dia da Independência em Washington foi cancelado devido ao calor extremo, enquanto a abertura da feira "Great American State Fair", promovida pelo presidente Donald Trump, foi adiada em duas horas.


Em Nova York, milhares de consumidores ficaram sem energia entre sexta-feira (3) e sábado (4). Parte das interrupções foi realizada de forma preventiva pela concessionária Con Edison para evitar falhas mais amplas no sistema elétrico.

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Além do calor, tempestades podem atingir regiões do Meio-Atlântico e do Nordeste a partir da tarde deste sábado. Os meteorologistas alertam para rajadas de vento, raios e possíveis interrupções nas tradicionais queimas de fogos de artifício. As áreas com maior risco incluem Washington, Baltimore, Arlington, além de partes de Oklahoma e Kansas.


Outro fator de preocupação é a qualidade do ar. Especialistas alertam que a combinação entre calor intenso e fumaça dos fogos de artifício pode elevar significativamente os níveis de poluição durante as celebrações.


Segundo cientistas da rede World Weather Attribution, a intensidade da atual onda de calor teria sido "virtualmente impossível" sem os efeitos das mudanças climáticas provocadas pelas emissões de combustíveis fósseis.


O calor deve perder força a partir de domingo (5) em grande parte do leste do país, embora áreas do Sudeste continuem registrando temperaturas elevadas ao longo da próxima semana.


*Angela Fritz, da CNN, contribuiu para esta reportagem


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Fonte: CNN

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