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Vacina contra vírus sincicial respiratório para gestantes protege bebês

Um relatório que analisa o cenário mais atual do Brasil em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apontou que o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é identificado como a principal causa de infecções em criança...

Veiculo: CifraNET 3 min de leitura
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Um relatório que analisa o cenário mais atual do Brasil em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apontou que o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é identificado como a principal causa de infecções em crianças menores de 2 anos, sendo responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite viral aguda e 40% das pneumonias durante períodos sazonais.


O documento analisa a circulação de Influenza, SARS-CoV2, vírus sincicial respiratório (VSR) e outros vírus respiratórios de importância em saúde pública, visando orientar diretrizes para o diagnóstico precoce, a prevenção, o controle, o manejo clínico oportuno e o fortalecimento da capacidade de resposta da Rede de Atenção à Saúde (RAS).


Além disso, segundo a Nota Técnica Conjunta nº 70/2025, o país enfrenta um aumento gradual e esperado de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), marcando o início da temporada de maior circulação viral no ano.


Segundo a análise da Fiocruz, os casos de SRAG por VSR continuam aumentado em toda a região Sul (PR, SC e RS), boa parte do Sudeste (RJ, MG e SP) e em alguns estados do Norte (AP, PA e RR), Nordeste (AL, CE, MA) e no Mato Grosso do Sul. Nos estados do Acre, Pará, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo os casos de SRAG por VSR continuam altos, mas já mostram sinais de interrupção do crescimento ou queda.


O Raio-X dos Vírus no Brasil até o dia 21 de março de 2026 (Semana Epidemiológica 11), contabilizou 23.615 casos de SRAG e 1.001 óbitos.


Os dados apontam que o rinovírus é o principal vilão entre crianças e adolescentes, enquanto a Influenza A tem impulsionado as internações nas regiões Norte e Nordeste.

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Já entre os idosos, embora a Covid-19 apresente uma incidência considerada baixa no momento, ela continua sendo a principal causa de morte por complicações respiratórias entre a faixa etária.


O Sistema Único de Saúde (SUS) reforçou as iniciativas para atender à essas situações.


Com isso, a vacina contra VSR para gestantes passa visa para proteger recém-nascidos contra o vírus sincicial respiratório. A estratégia foca na imunização de gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, com o objetivo na proteção indireta dos bebês nos primeiros seis meses de vida.


Os dados ressaltam que o VSR é identificado como a principal causa de infecções em crianças menores de 2 anos, sendo responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite viral aguda e 40% das pneumonias durante períodos sazonais.


No Brasil, apenas em 2024, foram notificados mais de 27 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) por VSR, com a maior incidência em bebês menores de seis meses. No mundo, o vírus causa cerca de 100 mil mortes anuais em crianças menores de 5 anos.


Aumentam casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em crianças pequenas | CNN PRIME TIME


Segundo o Ministério da Saúde, o imunobiológico estimula a produção de anticorpos na mãe, que são transferidos pela placenta para o feto, conferindo imunidade passiva ao recém-nascido. Estudos demonstraram uma eficácia de 81,8% na prevenção de doenças graves nos primeiros 90 dias após o nascimento e de 69,4% até os 180 dias. A recomendação é de uma dose única a cada gestação, independentemente da idade da mãe. Estima-se que cerca de 2,5 milhões de mulheres sejam vacinadas anualmente no país


Além dessa imunização, o SUS visa atender a população com o Anticorpo Monoclonal (Nirsevimabe), que é oferecido a bebês prematuros e crianças com comorbidades para prevenir infecções graves. Também os Antivirais Gratuitos, que garantem o fornecimento para casos de gripe e para pacientes com covid-19 que pertencem a grupos de risco.


*Sob supervisão de AR.


 


Fonte: CNN

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