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Marilyn Monroe segue influenciando Madonna, Lady Gaga, Billie Eilish e grandes estrelas da música pop

Por Equipe Editorial CifraNET · 02/06/2026
Marilyn Monroe segue influenciando Madonna, Lady Gaga, Billie Eilish e grandes estrelas da música pop
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Marilyn Monroe continua sendo uma das imagens mais poderosas da cultura pop mundial. Mesmo décadas após sua morte, a atriz permanece como referência visual, artística e simbólica para cantoras, estilistas, videoclipes, capas de revista e performances musicais.

No ano em que completaria 100 anos, em 1º de junho de 2026, Marilyn volta ao centro das discussões culturais como uma figura que ultrapassou o cinema. Ela deixou de ser apenas uma estrela da Era de Ouro de Hollywood para se transformar em um verdadeiro código visual: cabelo loiro platinado, batom marcante, vestidos glamourosos, sensualidade calculada e uma mistura de força, brilho e vulnerabilidade.

Essa influência aparece claramente na música pop. Madonna foi uma das artistas que mais dialogaram com esse legado. No clipe de "Material Girl", lançado em 1985, a cantora recriou a atmosfera de "Diamonds Are a Girl's Best Friend", número eternizado por Marilyn no filme Gentlemen Prefer Blondes. A diferença é que Madonna transformou o glamour hollywoodiano em uma mensagem de autonomia, provocação e controle da própria imagem.

Gwen Stefani também incorporou elementos associados a Marilyn Monroe. O cabelo platinado, o batom vermelho e a estética inspirada no glamour antigo de Hollywood se tornaram marcas de sua carreira, tanto no No Doubt quanto em sua fase solo. Em Gwen, a referência ganhou uma leitura mais moderna, misturando feminilidade clássica, atitude pop, ska e punk.

Christina Aguilera revisitou esse universo principalmente na fase Back to Basics, quando mergulhou em referências de jazz, soul, cabaré e estética retrô. O visual de diva da velha Hollywood, aliado à potência vocal da artista, ajudou a reforçar a conexão com esse imaginário de glamour que Marilyn ajudou a eternizar.

Lady Gaga também levou a influência para outro campo: o da performance teatral. Ao longo de sua carreira, Gaga usou o loiro platinado, o exagero visual e a estética de estrela clássica como parte de uma construção artística marcada por personagens, moda e crítica à fama. Em sua obra, Marilyn aparece menos como cópia e mais como linguagem de cena.

Billie Eilish fez um movimento diferente. Quando surgiu loira e com visual inspirado em divas clássicas na capa da British Vogue, em 2021, provocou uma mudança radical na forma como o público a enxergava. No Met Gala, seu vestido Oscar de la Renta foi apontado pela Vogue como uma homenagem a Marilyn Monroe. No caso de Billie, a referência abriu espaço para discutir imagem, amadurecimento e expectativa pública sobre mulheres jovens na música.

Sabrina Carpenter também atualiza esse repertório para uma geração conectada às redes sociais. A cantora já apareceu em ensaios com estética pin-up e referências associadas a Marilyn e Madonna, usando o glamour com leveza, humor e consciência pop.

Britney Spears se conecta a Marilyn por um caminho mais simbólico. As duas representam o peso de ser transformada em imagem pública. Assim como Marilyn, Britney viveu sob intensa exposição da mídia e teve sua vida pessoal consumida, julgada e explorada pelo público.

Taylor Swift, por sua vez, se aproxima desse legado pelo tema da fama. Embora não dependa diretamente da estética de Marilyn, suas músicas frequentemente tratam de exposição, controle narrativo, vulnerabilidade e vida privada transformada em espetáculo.

Marilyn Monroe nasceu como Norma Jeane Mortenson, em Los Angeles, em 1º de junho de 1926. Tornou-se uma das maiores estrelas do cinema com filmes como Gentlemen Prefer Blondes, The Seven Year Itch e Some Like It Hot. Mas sua permanência cultural mostra que ela foi muito além da atuação.

Cem anos depois de seu nascimento, Marilyn segue funcionando como espelho para diferentes gerações. Para alguns artistas, ela representa glamour. Para outros, vulnerabilidade, crítica à fama, sensualidade, autonomia ou performance. É justamente essa multiplicidade que mantém sua imagem viva na cultura pop.

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