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Israel e Líbano marcam negociações em meio a bo

Por Equipe Editorial CifraNET · 10/04/2026
Israel e Líbano marcam negociações em meio a bo
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Israel e Líbano marcam negociações em meio a bombardeios
O Líbano pretende participar de uma reunião na próxima semana em Washington com representantes dos Estados Unidos e de Israel para discutir e anunciar um cessar-fogo, disse um alto funcionário libanês à Reuters nesta sexta-feira, acrescentando que a data exata ainda não foi confirmada.
O funcionário afirmou que a posição do Líbano é de que um cessar-fogo é uma condição prévia para novas negociações com o objetivo de alcançar um acordo mais amplo com Israel.
Líbano defende cessar-fogo
O governo do Líbano passou os últimos dias defendendo um cessar-fogo temporário para permitir negociações mais amplas, segundo uma autoridade de alto escalão ouvida pela Reuters.
A proposta é uma "via separada, mas com o mesmo modelo" da frágil trégua de 20 dias intermediada pelo Paquistão entre os EUA e o Irã. O funcionário afirmou que ainda não há data nem local definidos, mas que o Líbano precisa dos EUA como mediador e garantidor de qualquer acordo.
Segundo o site americano Axios, o primeiro encontro entre os governos israelense e libanês ocorrerá no Departamento de Estado dos EUA, em Washington, e deve ser na semana que vem.
Inclusão do Líbano é o maior impasse do cessar-fogo na guerra no Oriente Médio
O ataque massivo de Israel ao Líbano ocorreu horas após o início de um cessar-fogo ser anunciado por EUA e Irã na terça-feira (7).
Paquistão e Irã acusam Israel de ter violado o acordo. Segundo os países, o Líbano estava incluso no cessar-fogo.
Na contramão, Israel e os EUA defendem que o Líbano não fazia parte do acordo.
Em entrevista à PBS, a rede de TV pública dos EUA, na quarta, Trump disse que "eles (Líbano) não estão incluídos no acordo" de cessar-fogo. "Por causa do Hezbollah. Eles não foram incluídos no acordo também", disse.
Já a CNN Internacional afirmou ter ouvido da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que, em uma conversa com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Trump não se opôs a que Israel seguisse atacando o Líbano.

 

Fonte: G1

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