Durigan: Seguirei à disposição do presidente para continuar nesse trabalho
Questionado se continuaria ministro da Fazenda em uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dario Durigan apontou que está não é uma pergunta a ser direcionada a ele, mas sim ao mandatário.
Contudo, sinalizou que "seguirei sim à disposição do presidente para continuar nesse trabalho".
"Acredito que podemos contruir sim um projeto de país de melhorar o Brasil", ponderou o ministro.
Durigan era o secretário-executivo, o "número 2" de Fernando Haddad na pasta até o começo deste ano.
Haddad se desligou do posto de ministro com o discurso de que iria "auxiliar" a campanha de Lula. Em março, o petista foi lançado pré-candidato ao governo de São Paulo, com a missão de consolidar palanque para o presidente no estado.
Durigan atuou como secretário-executivo da pasta desde junho de 2023. Antes de ir para a Esplanada dos Ministérios, ele trabalhou como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp, entre 2020 e 2023.
De 2017 a 2019, Durigan atuou como consultor jurídico da União em São Paulo. No período, fundou o Núcleo de Arbitragem da AGU (Advocacia-Geral da União). Advogado por formação, o agora ministro da Fazenda também tem mestrado na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília.
Dario Durigan já trabalhou com Fernando Haddad antes do Ministério da Fazenda, quando o petista era prefeito de São Paulo.
Entre 2015 e 2016, o ex-secretário atuou no assessoramento ao prefeito em questões estratégicas, na coordenação Inter secretarial e na interlocução com a Câmara Municipal. No período, ele também foi conselheiro de administração da empresa pública SPUrbanismo.
Em Brasília, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Durigan trabalhou na subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, onde atuou na articulação com Congresso Nacional e assessoramento a temas estratégicos de infraestrutura. Permaneceu na função entre 2011 a 2025.
Na Advocacia-Geral da União, Durigan atuou no gabinete do Advogado-Geral da União na elaboração de minutas de atos normativos internos entre 2010 e 2011.
Já de 2009 a 2010, foi procurador da Universidade de São Paulo. No setor privado, ele trabalhou na área empresarial da Pinheiro Neto Advogados (2005 - 2007).
Com informações de Vitória Queiroz, da CNN Brasil
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Fonte: CNN