Notícia

As jogadoras boicotarão Roland Garros se a prem

Por Equipe Editorial CifraNET · 05/05/2026
As jogadoras boicotarão Roland Garros se a prem
Publicidade

As jogadoras boicotarão Roland Garros se a premiação do Grand Slam não for aumentada, afirmou nesta terça-feira (5) a número um do mundo, Aryna Sabalenka.

A ameaça da bielorrussa surge em meio a uma acirrada disputa entre jogadoras e organizadores de Roland Garros sobre a distribuição da premiação, apesar do torneio deste ano oferecer um aumento de 9,5%, totalizando 61,7 milhões de euros (R$ 356,8 milhões).

Diversas tenistas da elite divulgaram um comunicado na segunda (4) afirmando que receberão uma premiação que provavelmente ainda será inferior a 15% da receita do torneio, bem abaixo dos 22% exigidos para equiparar a premiação aos 1000 eventos combinados da ATP e da WTA.

Questionada sobre até onde as jogadoras poderiam levar suas reivindicações, Sabalenka disse aos repórteres no Aberto da Itália: "Acho que em algum momento vamos boicotar o torneio, sim. Sinto que essa será a única maneira de lutar pelos nossos direitos. Vamos ver até onde podemos chegar, se será preciso que as jogadoras boicotem... Algumas coisas, eu acho, são realmente injustas para as jogadoras. Acho que em algum momento chegaremos a esse ponto."

No entanto, a número um do mundo demonstrou otimismo em relação às negociações em andamento.

"Espero sinceramente que, com todas as negociações que estamos tendo, cheguemos a uma decisão correta, a uma conclusão que agrade a todos", acrescentou.

-

Trocar imagemTrocar imagem

1 de 10

Aryna Sabalenka posa ao lado de uma máscara com sua versão brasileira que ganhou no Miami Open - Reprodução/Instagram @arynasabalenka

-

Trocar imagemTrocar imagem

2 de 10

Sabalenka provou o hot-dog de US$ 100 do Miami Open - Reprodução/WTA

-

Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem

3 de 10

Aryna Sabalenka comemora a conquista do Miami Open em 2025 - Leonardo Fernandez/Getty Images

-

Trocar imagemTrocar imagem

-

Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem

4 de 10

Ao lado do noivo, o brasileiro Georgios Frangulis, Aryna Sabalenka abraça o cachorrinho Ash na comemoração do título do Masters 1000 de Indian Wells - Clive Brunskill/Getty Images

-

Trocar imagemTrocar imagem

5 de 10

Aryna Sabalenka comemora vitória em Indian Wells e exibe aliança de noivado - Reprodução/X @BNPPARIBASOPEN

-

Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem

6 de 10

Aryna Sabalenka, top 1 do ranking WTA, é noiva de um empresário brasileiro - Divulgação/WTA

-

Trocar imagemTrocar imagem

-

Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem

7 de 10

Aryna Sabalenka comemora ponto na vitória sobre Naomi Osaka em Indian Wells - George Walker/Icon Sportswire via Getty Images

-

Trocar imagemTrocar imagem

8 de 10

Aryna Sabalenka e o noivo Georgios Frangulis - Reprodução / Instagram

-

Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem

9 de 10

Aryna Sabalenka foi vice-campeã do Australian Open de 2026 - @AustralianOpen

-

Trocar imagemTrocar imagem

-

Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem

10 de 10

Aryna Sabalenka e Marina Ruy Barbosa - Divulgação/Estúdio Pinguim

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

visualização default
visualização full
visualização grid

A Reuters entrou em contato com a Federação Francesa de Tênis para comentar o assunto.

O aumento de 5,4 milhões de euros (R$ 31,2 milhões) na premiação em comparação com 2025 ainda deixa Roland Garros atrás de seus rivais do Grand Slam.

O US Open ofereceu US$ 90 milhões no ano passado (R$ 520 milhões), enquanto Wimbledon pagou 53,5 milhões de libras (R$ 358,5 milhões) e o Australian Open um valor recorde de A$ 111,5 milhões (R$ 396 milhões) este ano.

Sabalenka afirmou que os jogadores merecem uma premiação maior.

"Quando você vê os números e o valor que os jogadores estão recebendo... sinto que a responsabilidade é nossa. Sinto que sem nós não haveria torneio e nem entretenimento", acrescentou Sabalenka.

"Com certeza merecemos uma porcentagem maior do pagamento. O que posso dizer?"

 

Fonte: CNN

Publicidade