Após a vitória do Corinthians sobre o Peñarol,
Após a vitória do Corinthians sobre o Peñarol, Fernando Diniz concedeu declarações em que exaltou o momento vivido pelo clube e reforçou sua filosofia de trabalho baseada na determinação e no comprometimento dos jogadores.
Para Diniz, jogar com raça e vontade vai além de uma escolha tática - é quase uma obrigação. "Eu acho que jogar com raça e vontade é quase que uma obrigação, num ato de humildade e um ato de inteligência", afirmou o treinador, destacando que a torcida serve de espelho para o time nesse aspecto.
"A gente tem um espelho muito claro no Corinthians, que é a torcida, que joga o tempo todo com o time e com raça, e luta o tempo todo pelo time", completou.
União entre time e torcida como maior arma
Diniz avaliou que a crescente sintonia entre o elenco e a Fiel Torcida representa o principal trunfo do Corinthians neste momento. "O time e a torcida estão fazendo uma conexão cada vez mais forte, e isso acho que é a nossa maior arma", declarou.
Segundo ele, o torcedor precisa ter a certeza de que jamais faltará empenho em campo: "O torcedor saber que não vai faltar vontade, que não vai faltar brilho".
O treinador também foi enfático ao afirmar que a falta de vontade é algo que não pode ser corrigido com ajustes técnicos ou táticos. "A parte técnica e a parte tática a gente consegue ajustar, a gente não consegue nunca ajustar a falta de vontade", disse.
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Lingard em Corinthians x Peñarol pela Libertadores - Alex Silva/Sports Press Photo/Getty Images
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Gustavo Henrique em Corinthians x Peñarol pela Libertadores - Photo by Alex Silva/Sports Press Photo/Getty Images
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Corinthians x Peñarol pela Libertadores - Alexandre Schneider/Getty Images
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Gustavo Henrique cabeceia em Lingard em Corinthians x Peñarol, pela Libertadores - Photo by Alexandre Schneider/Getty Images
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Corinthians x Peñarol pela Libertadores - Photo by Alex Silva/Sports Press Photo/Getty Images
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Corinthians x Peñarol pela Libertadores - Riquelve Nata/Sports Press Photo/Getty Images
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Corinthians x Peñarol pela Libertadores - Getty Images
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Para ele, essa característica é capaz de comprometer qualquer trabalho: "A falta de vontade é uma coisa que mata o meu trabalho. Pelo menos ele morre quando tem falta de vontade".
Diniz encerrou suas declarações ressaltando que os jogadores estão cada vez mais conscientes desse princípio e que a marcação coletiva é uma das formas de demonstrar comprometimento.
"Ser solidário para marcar e procurar ter coragem e ter alegria quando a bola estiver nos nossos pés", concluiu, sintetizando a identidade que busca imprimir ao time.
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Fonte: CNN