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O clima para da safra de grãos segue favorável nos Estados Unidos e para a segunda safra de milho no Brasil, devendo pesar na precificação do mercado futuro. Se qualquer evento climático fora do previsto acontecer, a tendência de alta nos preços na Bolsa de Chicago se instalará. De um lado, a safra americana precisa de regularidade das chuvas até junho para driblar os problemas de custo lavoura, enquanto no Brasil, o mercado acompanha para a possibilidade de um forte El Niño durante o terceiro trimestre deste ano e tentar contornar problemas macroeconômicos, avisam especialistas.
O relatório divulgado recentemente pelo NOAA (National Oceanic Atmospheric Administration) mostra alta probabilidade de 61% de formação de El Niño no período dos meses de maio a julho. No Brasil, isso significa mais chuvas na região sul e falta de chuvas no centro-oeste "Com isso, a bolsa de Chicago fica mais incerta e sensível a qualquer informação pois começa a se definir de fato a safra americana. Se o clima for um fator de queda para Chicago, isso afetará diretamente nos preços dos grãos brasileiros", disse o analista da Royal Rural, Ronaldo Fernandes.
No caso da soja de verão, que deve ser plantada no segundo semestre, o regime de chuvas irá garantir se as projeções recordes se manterão. Para o milho safrinha, que está no campo, os mapas meteorológicos mostram chuvas acumuladas nos próximos 30 dias. O cenário é favorável para a umidade do solo e para o desenvolvimento da safra, mas por outro lado a chuva em excesso pode prejudicar o trabalho de campo e atrasar o ritmo de plantio.
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Segundo Raphael Bulascoschi, analista de gerenciamento de risco da StoneX, acrescenta que, se o fenômeno El niño persistir até o final do ano, o ciclo de verão pode ter prejuízos. Isso em um ano de expectativas de supersafra. Um fator chave para uma previsão positiva, porém, é a ocorrência de chuvas no Rio Grande do Sul, estado onde a agropecuária padeceu nos últimos dois anos com adversidades climáticas. No Norte do país, a probabilidade de estiagem deve alterar calendários de colheita, por exemplo, da safra 2026/27, frisa Bulascoschi.
Na agricultura americana, o mercado tem demonstrado bastante preocupação com relação ao impacto no desenvolvimento do começo dos plantios de soja e milho, no Estados Unidos. o produtor entrou no plantio de primavera com insumos mais caros, e alguns ainda sequer compraram. "Qualquer atraso de plantio, somado a custo alto e ajuste de pacote tecnológico vira risco real para produtividade e área", destacou Pedro Gomes, analista da Royal Rural.
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Bulascoschi, por sua vez, destaca que qualquer previsão climática nova deve ser incluída na balança da cautela da agricultura, pois aparecerá na precificação dos grãos.
Na Bolsa de Chicago, a formação de preço do milho vai depender do ritmo das exportações do Brasil, a partir de julho, e, no Congresso americano, se discute liberar o E15 o ano inteiro por conta dos impactos da Guerra no Oriente, que tem elevado os preços. Se isso avançar, a demanda por etanol nos Estados Unidos será um fator forte de crescimento, e na prática, também ocorrerá um aumento de milho dentro do estado americano
O mercado também está atento à demanda, a divulgação do relatório mensal do NOPA (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos Estados Unidos) divulgou que o volume de esmagamento de soja nos EUA ficou em 6,15 milhões de toneladas de soja em março, e a expectativa era de 6,2 milhões de toneladas. "Mesmo vindo menor do que a expectativa, esse foi o maior esmagamento de março dos últimos cinco anos. O NOPA mostrou que, mesmo abaixo do esperado, a demanda americana está muito forte. Esse volume é muita soja esmagada em março", explicou Ronaldo Fernandes.
Fonte: CNN
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