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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou novamente o Irã pelo tratamento dado pelo regime aos manifestantes do país, enquanto se aproxima o prazo para o fim do cessar-fogo e a pressão por um acordo aumenta.
"Eles não gostam de mencionar isso: 42 mil manifestantes desarmados, inocentes, muitos deles enforcados. Então, não estamos lidando com o grupo de pessoas mais amigável, mas estamos lidando com eles com muito sucesso", disse ele em entrevista à CNBC.
O ex-líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, reconheceu que milhares de iranianos foram mortos durante mais de duas semanas de protestos no país no início deste ano - pelos quais culpou Trump, que, segundo ele, "incentivou abertamente" os manifestantes ao prometer-lhes "apoio militar" dos EUA.
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Enquanto isso, Trump busca fechar um acordo para pôr um fim à guerra com o país, que ainda não deu uma resposta positiva sobre a participação nas negociações no Paquistão.
Autoridades paquistanesas disseram que, se as delegações comparecerem, chegarão somente na quarta-feira (22), restando apenas algumas horas para chegar a um acordo antes do término da trégua de duas semanas.
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Trump ameaçou reiniciar a guerra e atacar a infraestrutura civil do Irã, a menos que o país aceite seus termos. Uma primeira sessão de negociações, realizada há 10 dias, não produziu nenhum acordo, e Teerã vinha descartando uma segunda rodada esta semana, após os EUA se recusarem a encerrar o bloqueio e apreenderem um navio cargueiro iraniano.
Ainda assim, uma fonte paquistanesa envolvida nas discussões disse à Reuters que havia um impulso para a retomada das negociações na quarta-feira, e o vice-presidente dos EUA, JD Vance, era esperado em Islamabad.
Um funcionário iraniano disse à Reuters na segunda-feira que Teerã estava "analisando positivamente" sua participação, mas ressaltou que aguardava para ver se suas condições seriam atendidas, incluindo o reconhecimento de seu direito de enriquecer urânio.
Um alto comandante militar iraniano disse que o Irã estava pronto para dar uma "resposta imediata e decisiva" a qualquer renovação das hostilidades, informou a agência de notícias semioficial Tasnim.
O principal negociador, Mohammad Baqer Qalibaf, acusou Trump na noite de segunda-feira de aumentar a pressão por meio do bloqueio, afirmando que Trump estava iludido ao tentar "transformar a mesa de negociações em uma mesa de submissão" ou justificar a retomada de atos belicistas.
O exército iraniano afirmou que um petroleiro iraniano entrou em suas águas territoriais vindo do Mar Arábico na segunda-feira (20) com a ajuda da Marinha iraniana, apesar do que descreveu como repetidos avisos e ameaças da força-tarefa naval dos EUA.
O Irã bloqueou em grande parte o Estreito de Ormuz, que controla o acesso ao Golfo Pérsico a todos os navios, exceto os seus.
O país havia anunciado na semana passada que reabriria o estreito, mas reverteu a decisão no sábado (18), depois que Trump se recusou a suspender o bloqueio aos portos iranianos.
Isso deixou o estreito fechado e o mundo privado dos 20 milhões de barris de petróleo que normalmente o atravessavam diariamente.
Análise: Tensão entre EUA e Irã limita margem de negociação | WW
Programa nuclear iraniano é questão crucial
Trump quer um acordo que impeça novos aumentos nos preços do petróleo e choques no mercado de ações, mas insiste que o Irã não possui os meios para desenvolver uma arma nuclear.
Ele quer que o Irã abra mão de seu estoque de urânio altamente enriquecido, que, se enriquecido ainda mais, pode ser usado para uma ogiva nuclear.
Teerã espera explorar seu controle do Estreito de Ormuz para fechar um acordo que evite a retomada da guerra e suspenda as sanções, mantendo ao mesmo tempo uma parte maior de seu programa nuclear, que, segundo o país, tem fins pacíficos.
Trump anunciou inicialmente que o cessar-fogo duraria duas semanas a partir da noite de 7 de abril em Washington, embora tenha sugerido recentemente que ele se estenderia até a noite de quarta-feira, 22 de abril, efetivamente mais 24 horas.
Uma fonte paquistanesa envolvida nas negociações também afirmou que o cessar-fogo expiraria às 20h, horário dos Estados Unidos, 21h no horário de Brasília, na quarta-feira, o que corresponde às 3h30 da manhã de quinta-feira no Irã.
Milhares de pessoas foram mortas pelos ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã, bem como pela campanha paralela de bombardeios e invasão israelense do Líbano.
A guerra causou um choque histórico no fornecimento global de energia e temores de que a economia global esteja em colapso.
Fonte: CNN
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