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Mamíferos venenosos: conheça espécies que desafiam "lógica natural"

A produção de substâncias tóxicas é geralmente atribuída a répteis e aracnídeos no reino animal, mas um grupo seleto de mamíferos venenosos utiliza essa estratégia biológica para sobrevivência. Espécies como o ornitorrin...

Publicado em 26/05/2026 2 min de leitura
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Mamíferos venenosos: conheça espécies que desafiam "lógica natural"
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A produção de substâncias tóxicas é geralmente atribuída a répteis e aracnídeos no reino animal, mas um grupo seleto de mamíferos venenosos utiliza essa estratégia biológica para sobrevivência.


Espécies como o ornitorrinco e o lóris-lento possuem mecanismos específicos para utilizar toxinas, seja para imobilizar presas ou garantir a defesa territorial, revelando uma face menos conhecida da evolução dessa classe.


Estratégias de caça e imobilização
Os musaranhos e os solenodontes, pertencentes à ordem Eulipotyphla, figuram entre os exemplosde mamíferos que utilizam veneno para alimentação.

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Pequeno mamífero com saliva tóxica injetada por mordidas para imobilizar presas como insetos e minhocas, facilitando sua alimentação na natureza - Google - Imagem gerada por Inteligência Artifical
Estes animais possuem toxinas na saliva que são injetadas por meio de mordidas para imobilizar presas, como insetos e minhocas. Em seres humanos, o contato com essa substância pode causar dor, queimação e inflamação temporária.


Defesa e disputas territoriais
O ornitorrinco apresenta uma característica singular. Ele possui a presença de esporões nos calcanhares das patas traseiras.


Machos possuem esporões venenosos nas patas traseiras para defesa e disputas territoriais, causando dores intensas em humanos sem serem letais - Google - Imagem gerada por Inteligência Artifical
Apenas os machos produzem veneno, e a potência da substância aumenta durante o período de acasalamento, indicando seu uso em disputas por fêmeas e território.

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Embora a toxina não seja letal para humanos, ela pode provocar dor intensa e não possui antídoto específico.


Outro caso relevante é o do lóris-lento, o único primata peçonhento conhecido. Ele possui glândulas na parte interna das patas dianteiras que secretam toxinas.


Único primata peçonhento, secreta toxinas nas patas e as mistura à saliva para tornar sua mordida perigosa em ataques defensivos - Google - Imagem gerada por Inteligência Artifical
Ao lamber essas glândulas, o animal mistura a secreção com a saliva, tornando sua mordida capaz de causar anafilaxia em humanos.


Adaptações para alimentação
Diferente das espécies que usam toxinas para paralisia ou dor, os morcegos-vampiros, possuem uma saliva com propriedades anticoagulantes.


Utiliza saliva com propriedades anticoagulantes para impedir a cicatrização de feridas, permitindo que se alimente de sangue com maior eficiência - Google - Imagem gerada por Inteligência Artifical
Tecnicamente classificada como peçonha, essa substância impede a cicatrização imediata da ferida na vítima, permitindo que o animal se alimente de sangue com maior eficiência.


 


Fonte: CNN

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