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Jcvivan

Viagem Na Loucura

Jcvivan

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Sobre:

A loucura da pradaria ou febre das pradarias foi uma doença que afetou os colonos das Grandes Planícies durante a migração e colonização das

pradarias canadianas e do oeste dos Estados Unidos no século XIX. Os colonos que se mudavam de áreas urbanizadas ou relativamente povoadas no Leste enfrentavam o risco de colapso mental causado pelas duras condições de vida e pelos níveis extremos de isolamento na pradaria. Os sintomas da loucura das pradarias incluíam depressão, retraimento, mudanças de caráter e hábitos e violência. A loucura da pradaria às vezes fazia com que a pessoa afetada voltasse para o Leste ou, em casos extremos, cometesse suicídio.

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D Se liga companheiro Que a batata esta assando Bm Apaga essa fogueira Que tua alma esta queimando D A sombra do passado É como um campo de tortura Bm A nossa consciência É uma viagem na loucura D Desvios da tua conduta Que a viagem faz criar Bm O podre da tua alma Não se pode registrar G Tem dias que a cabeça Esta tranquila sossegada A Em outros, nossa neura Nos consome a madrugada G Nos tratam como lixo Mas o podre vem de cima A Dos altos escalões, não são Dos becos, das esquinas D As nossa diferença É meu farrapo do seu terno Bm No nosso dia a dia É o teu céu do meu inferno G Os mesmos que te julgam Que condenam os seus atos A Escondem-se em suas vestes Valem menos do que ratos D Qual é a cor do seu cabelo Bm Qual é a cor da sua alma D Qual é o preço de uma vida Bm Qual é o limite da sua calma G Qual é o fruto de uma guerra A Quem esta certo ou errado G Onde nos leva a ignorância A Quem limpara nossos pecados D Se liga maluco é hora de saltar Bm Teu trem já ta chegando Tem contas pra acertar D Se liga companheiro Que a batata esta assando Bm Apaga essa fogueira Que tua alma esta queimando D A sombra do passado É como um campo de tortura Bm A nossa consciência É uma viagem na loucura D Desvios da tua conduta Que a viagem faz criar Bm O podre da tua alma Não se pode registrar G Tem dias que a cabeça Esta tranquila sossegada A Em outros, nossa neura Nos consome a madrugada G Nos tratam como lixo Mas o podre vem de cima A Dos altos escalões, não são Dos becos, das esquinas D As nossa diferença É meu farrapo do seu terno Bm No nosso dia a dia É o teu céu do meu inferno G Os mesmos que te julgam Que condenam os seus atos A Escondem-se em suas vestes Valem menos do que ratos D Qual é a cor do seu cabelo Bm Qual é a cor da sua alma D Qual é o preço de uma vida Bm Qual é o limite da sua calma G Qual é o fruto de uma guerra A Quem esta certo ou errado G Onde nos leva a ignorância A Quem limpara nossos pecados D Se liga maluco é hora de saltar Bm Teu trem já ta chegando Tem contas pra acertar
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