Cifra interativa
Orestes Dornelles

Vem Pro Baile, Capitão

Orestes Dornelles

Sobre:

O Prêmio Açorianos de 2005 ocorreu em Porto Alegre e premiou destaques das áreas de artes cênicas, música, dança e literatura. A história de

Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, no Brasil, inicia oficialmente em 26 de março de 1772, quando o povoado primitivo foi elevado à condição de freguesia, mas na verdade suas origens são mais antigas, tendo nascido em função da colonização da área por estancieiros portugueses desde o século XVII. A região, contudo, foi habitada pelo homem desde há 11 mil anos. Ao longo do século XIX iniciou seu crescimento, tendo os portugueses contado com o auxílio de muitos imigrantes europeus de várias origens, mais os escravos africanos e porções de hispânicos da região do rio da Prata. Entrando no século XX, sua expansão adquiriu ritmo muito acelerado, em processo que consolidou sua primazia entre todas as cidades do Rio Grande do Sul e a projetou no cenário nacional. Então definiram-se seus traços mais característicos, apenas esboçados no século anterior, muitos dos quais permanecem visíveis até hoje, mormente no seu centro histórico. Ao longo de todo o século XX, a cidade empenhou-se em ampliar organizadamente sua malha urbana e provê-la dos necessários serviços, obtendo significativo sucesso, mas enfrentando também várias dificuldades, ao mesmo tempo em que desenvolvia expressiva cultura própria, que chegou em alguns momentos a influir em todo o Brasil em vários campos, desde a política até as artes plásticas. Hoje Porto Alegre é uma das maiores capitais do Brasil e uma das mais ricas e de melhor qualidade de vida, tendo inclusive recebido várias distinções internacionais. Abriga muitos eventos importantes e tem sido apontada várias vezes como um modelo de administração para outras grandes cidades.

Intro: G Dm C G F C G C G Vem pro baile capitão, olha só quanta riqueza C G Veja as cartas sobre a mesa, o futuro da nação F C G Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão F C G Dm C G F C (Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão) G Am Bm C G Em tempos de paz ou guerra, diversão e algum trabalho Am Bm C G Nos pequenos dar de prancha e nos grandes dar de talho Bm C Os que andam ao Deus dará, realidade ou ficção F C G Dm C G F C Vem Rodrigo Cambará, vem pro baile capitão G Am Bm C G O sertão não esqueceu da beleza de Maria Am Bm C G E nem da perseguição dia e noite, noite e dia Bm C Iluminando a noite inteira, realidade ou ficção F C G Dm C G F C Vem Virgulino Ferreira, vem pro baile capitão G C G Vem pro baile capitão, olha só quanta riqueza C G Veja as cartas sobre a mesa, o futuro da nação F C G Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão F C G (Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão) Dm C G F C (hum... vem pro baile capitão) G Am Bm C G O inimigo agora é outro, o discurso articulado Am Bm C G Dá um tapa, esconde a mão, é muito dissimulado Bm C A prole e o patriarca, realidade ou ficção F C G Vem pra cá Carlos Lamarca, Vem pro baile capitão Dm C G F C (hum... vem pro baile capitão) G Am Bm C G Bota na conta do papa e cobra no fim do mês Am Bm C G Pede pra sair ligeiro, zero um ao zero três Bm C Pois todos têm seu momento, realidade ou ficção F C G Vem Roberto Nascimento, vem pro baile capitão Dm C G F C (hum... vem pro baile capitão) G C G Vem pro baile capitão, olha só quanta riqueza C G Veja as cartas sobre a mesa, o futuro da nação F C G Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão F C G Dm C G F C Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão G Dm C G F C G (Não me mate de tristeza, vem pro baile capitão)
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