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Irmã Míria Therezinha Kolling ICM foi uma religiosa da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, cantora e compositora de música

sacra. Os povos indígenas do Brasil compreendem um grande número de diferentes grupos étnicos que habitam o país desde milênios antes do início da colonização portuguesa, que principiou no século XVI, fazendo parte do grupo maior dos povos ameríndios. No momento da chegada dos portugueses ao Brasil, os povos nativos eram compostos por povos seminômades que subsistiam da caça, pesca, coleta e da agricultura itinerante, desenvolvendo culturas diferenciadas. Apesar de protegida por muitas leis, a população indígena foi amplamente exterminada pelos conquistadores diretamente e pelas doenças que eles trouxeram, caindo de uma população de milhões para cerca de 150 mil em meados do século XX, quando continuava caindo. Apenas na década de 1980 ela inverteu a tendência e passou a crescer em um ritmo sólido. No censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022, 1 693 535 brasileiros se autodeclararam indígenas, embora milhões de outros tenham algum grau de ascendência indígena. Ainda sobrevivem diversos povos isolados, sem contato com a civilização dominante.

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G E7 Am 1 Vem, meu povo da cidade, D7 G Das vilas e favelas, do campo e do sertão! B7 Em Vem, que hoje eu te convido, B7 Em Aguça teu ouvido, pois falarei de paz! Am D7 G Sou teu Deus e teu amigo, Em A7 D7 Cear quero contigo no amor que refaz! G E7 Am Vem, e vive a liberdade D7 G Do filho que revela meu rosto em cada irmão! B7 Em Vem, e prova a minha ceia: B7 E7 Darei medida cheia a quem faz lugar! Am Bbº G/B Meu amor, por onde passa, Em Am D7 G Não cobra, é de graça, no dom de se dar! [Refrão] C F#7 Bm Sim, Senhor é minha festa: E7 Am D7 Dm7 G De mim agora resta meu ser em comunhão C Cm G Sou teu povo aqui presente, E7 Am D7 G A espera da semente que se faz libertação! 2 Vem, meu povo tão sofrido, Aflito e machucado por dor e opressão Vem, serei no teu deserto A fonte que pro certo renova e da vigor Sou teu Deus e companheiro, Estar eu quero inteiro na voz do clamor, Vem, serás por mim servido, No colo carregado, farás refeição Vem, e canta a esperança Que teima e não se cansa de sempre esperar! Meu amor é sem medida, E faz brotar a vida onde o povo pisar!
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