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Silva y Villalba

Soy Boyacense

Silva y Villalba

Sobre:

"Soy Boyacense" é uma das músicas mais icônicas e representativas da música andina colombiana, imortalizada pela lendária dupla Silva y Villalba

(Jorge Villamil Silva e Rodrigo Villalba). Aqui estão os destaques sobre essa obra: Hino de Boyacá: A canção é considerada um hino cultural para a região de Boyacá, na Colômbia. Ela exalta com orgulho as paisagens, a cultura, a força de trabalho e a identidade do povo boyacense. Estilo Musical: É um bambuco ou estilo similar de música camponesa/andina, caracterizado por ritmos ternários, violões dedilhados e, frequentemente, acompanhado por tiples e bandolins. A Dupla Silva y Villalba: Reconhecidos como um dos duetos mais importantes da música folclórica colombiana, Silva y Villalba trazem nessa faixa harmonias vocais refinadas e uma interpretação nostálgica e apaixonada. Temática: A letra fala sobre o amor à terra natal, as montanhas, a vida no campo e a dignidade de ser originário de Boyacá. Legado: A música é frequentemente tocada em festivais, celebrações regionais e é um clássico que atravessa gerações, celebrando a identidade colombiana. Audio.com +1 A música é um exemplo clássico da "música de carrilera" ou folclore andino que Silva y Villalba popularizaram com grande sucesso. Deezer Para conhecer mais detalhes sobre a letra ou o contexto histórico, você gostaria que eu procurasse a letra original ou informações sobre a composição

C Dm Soy Boyacense de pura raza, G C Amo a mi tierra como a mi mama, A Dm Siempre de abrigo llevo una ruana, G C Hecha en el viejo telar de casa. C Dm Y con mi blanco jipa de paja, G C Cómo armonizan mis alpargatas, A Dm Cuando no hay chicha, bebida grata, G C Echo aguardiente por mi garganta. F Canto bambucos y torbellinos, C Y un viva alegre le echo a mi patria, G Sin hablar mucho marco la pauta G7 C Si de elecciones siempre se trata. C Dm Surco los campos con el acero, G C que da la entraña de aquí esta tierra, A Dm y de sus rocas esmeraldinas, G C le doy al mundo preciosas gemas. C Dm Haciendo coro con los turpiales, G C que alegres cantan de madrugada, A Dm rasgo mi tiple chiquinquireño, G C frente a la alcoba de mi adorada. F Canto bambucos y torbellinos, C Y un viva alegre le echo a mi patria, G Sin hablar mucho marco la pauta G7 C Si de elecciones siempre se trata. Estrofas V y VI C Dm Llevo en mis venas sangre guerrera, G C pues lo atestigua el pantano´e Vargas, A Dm soy pendenciero tiro de frente, G C nunca un ataque doy por la espalda. C Dm Lucho incansable contra el gobierno, G C que en su provecho el fisco gasta, A Dm y cuando triunfo tan sólo pido, G C una curul en la burocracia. F Canto bambucos y torbellinos, C Y un viva alegre le echo a mi patria, G Sin hablar mucho marco la pauta G7 C Si de elecciones siempre se trata. ...Terminar con un solo con las notas del coro... F |53 |40 42||43 43 42|43 42 43|| 43 | | C |52 |53 40||42 42 40|42 40 42|| 42 | | G7 |53 |40 42||43 43 42|43 30 32|| 30 | | G C |30 |30 32||20 32 30|43 30 43|| 42 | |
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