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Berenice Azambuja

Romance De Terra E Pampa

Berenice Azambuja

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Sobre:

"Romance de Terra e Pampa" é um álbum marcante na carreira de Berenice Azambuja, uma das figuras mais icônicas da música tradicionalista gaúcha.

Lançado originalmente em 1980 pela gravadora Chantecler, este LP representa o quinto trabalho de estúdio da artista, consolidando seu estilo único que mistura a força da milonga e do vanerão com a sensibilidade da mulher gaúcha. Toque Musicall +4 Aqui estão os destaques sobre a música e o álbum: Composição e Estilo: A faixa-título traz a sonoridade característica de Berenice, focada na valorização da paisagem e da cultura do Rio Grande do Sul. A composição conta com a colaboração de B. Missioneiro. YouTube ·Berenice Azambuja - Topic +2 Temática: As letras do álbum, em sua maioria de autoria da própria Berenice, exploram o amor pela terra, o cenário dos descampados, noites enluaradas e a saudade, com uma poesia que exalta a vida no pampa. YouTube ·Berenice Azambuja - Topic O Álbum de 1980: Considerado um de seus melhores trabalhos, o álbum "Romance De Terra E Pampa" foi muito bem produzido e ajudou a firmar seu nome no cenário tradicionalista. Toque Musicall Berenice Azambuja: Natural de Porto Alegre, Berenice destacou-se não só como cantora, mas como compositora e instrumentista em um meio predominantemente masculino. Ela ficou famosa também pelo grande sucesso "É Disso Que o Velho Gosta". YouTube ·Caipira de Clementina +1 O álbum mantém vivo o espírito da música nativista, com o estilo gaúcho de ser. YouTube ·Caipira de Clementina

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Intro: Am E Am E Dm C E Am Am E Ando a galope do vento, cruzando o pampa enorme Am Sou a coxilha que dorme, solita, no descampado A7 Dm G C Sou o mugir triste do gado, que dá o rumo das aguadas F E Dm C E Am Sou noites enluaradas, deste meu chão colorado E Saí das entranhas da terra, sou um pouco de areia e rama Am Ouço uma voz que me chama, quase em silêncio profundo A7 Dm G C Sou o velho sonho oriundo, dos tempos da mocidade F E Dm C E Am E Am E Dm C E Am Sou lasca de uma saudade, que vem lá do fim do mundo E Sou alma perdida que habita, o silêncio das taperas Am Sou cantoria dos cuéras, no horizonte que se esteia A7 Dm G C Sou o minuano que jardeia, na fúria dos temporais F E Dm C E Am Sou o canto dos pastiçais, que nos ventos gineteia E Sou batalhas guaraníticas, sou flecha, lança e tacapes Am Sou Guarani,Charrua ou Tapes, sou visão, sou visageiro A7 Dm G C Sou picomã de candieiro, sou agouro dos pelinchos F E Dm C E Am E Am E Dm C E Am Sou peleia e bochinchos do meu pago missioneiro E Sou os versos dos poetas, de pura cepa crioula Am Sou o canto triste da rola, cantando no meu rincão A7 Dm G C Sou gaúcho meu irmão, o homem que canta triste F E Dm C E Am Sou a tradição que resiste, laçaços da evolução E Sou filha do vento xucro, sou neta da ventania Am Meu grito se ouve ao longe nas canhadas e serranias A7 Dm G C Sou o sangue do gaúcho, nesta minha terra bravia F E Dm C E Am Sou o canto triste do anguera, sou a própria filosofia
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