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Sammir Rimmas

Regador De Sonhos

Sammir Rimmas

Sobre:

Georges Méliès (1861-1938) foi um cineasta e mágico francês amplamente considerado o primeiro a reconhecer o potencial do cinema narrativo.

Realizou cerca de 520 filmes entre 1896 e 1912, abrangendo géneros como truques cinematográficos, fantasia, comédia, publicidade, sátira, drama de época, adaptação literária, filmes eróticos, melodrama e viagens imaginárias. Suas obras são frequentemente consideradas precursoras importantes do cinema narrativo moderno, embora alguns estudiosos recentes argumentem que os filmes de Méliès são melhor compreendidos como criações teatrais espetaculares enraizadas na tradição da féerie do século XIX. Após assistir à primeira demonstração do Cinematógrafo dos Irmãos Lumière em dezembro de 1895, comprou um projetor de filmes do pioneiro britânico Robert W. Paul e começou a utilizá-lo para projetar curtas-metragens em seu teatro de ilusões, o Théâtre Robert-Houdin, em Paris. Tendo estudado os princípios de funcionamento do projetor de Paul, Méliès foi capaz de modificar a máquina para que pudesse ser utilizada como câmera improvisada. Começou a fazer seus próprios filmes em maio de 1896, fundou a Star Film Company no mesmo ano e construiu seu próprio estúdio em Montreuil em 1897. Seus filmes Viagem à Lua (1902), O Reino das Fadas (1903) e A Viagem Impossível (1904) estiveram entre os mais populares dos primeiros anos do século XX, e Méliès construiu um segundo estúdio, maior, em 1907. Porém, uma combinação de dificuldades -- incluindo a pirataria americana de seus filmes, a padronização de preços imposta em 1908 pela Motion Picture Patents Company e o declínio da popularidade dos filmes de fantasia -- levou à ruína financeira de Méliès e ao fechamento de seu estúdio. Seus últimos filmes foram realizados em 1912 sob supervisão do estúdio rival Pathé, e em 1922-23 Méliès vendeu seus estúdios, fechou o Théâtre Robert-Houdin e descartou sua própria coleção de negativos e cópias positivas. Em 1925 começou a vender brinquedos e doces em uma banca na Gare Montparnasse, em Paris. Graças aos esforços de entusiastas da história do cinema, especialmente René Clair, Jean George Auriol e Paul Gilson, Méliès e sua obra foram redescobertos no final da década de 1920, e ele foi agraciado com a Légion d'honneur em 1931.

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Intro G D9 C C9 G D9 C C9 G Tantas vezes eu subi D9 Criei calos nos meus egos Engrossei a alma C Mas eu nunca desisti C9 Mas eu nunca desisti G Fui fundo no poço D9 Mergulhei nos meus sonhos Vi coisas horrendas C Me enfiei até o pescoço C9 Eu me enfiei até o pescoço Em D9 Guardei em mim C Toda essência do que eu imaginava ser C9 Do ser que habitava em mim Em D9 C Olhei enfim, e no espelho vi o que eu mais temia C9 Vi quem acreditava em mim [Refrão] G D9 Sou regador dos meus sonhos C C9 Apreciador das batalhas G D9 Vou caminhar nos escombros C C9 E aos meus sonhos vou dar asas G D9 Sou regador dos meus sonhos C C9 Apreciador das batalhas G D9 Vou caminhar nos escombros C E aos meus sonhos vou dar asas C9 Eu vou dar asas Solo G D9 C C9 G D9 C C9 G Tantas vezes eu subi D9 Criei calos nos meus egos Engrossei a alma C Mas eu nunca desisti C9 Mas eu nunca desisti G Fui fundo no poço D9 Mergulhei nos meus sonhos Vi coisas horrendas C Me enfiei até o pescoço C9 Eu me enfiei até o pescoço Em D9 Guardei em mim C Toda essência do que eu imaginava ser C9 Do ser que habitava em mim Em D9 C Olhei enfim, e no espelho vi o que eu mais temia C9 Vi quem acreditava em mim [Refrão] G D9 Sou regador dos meus sonhos C C9 Apreciador das batalhas G D9 Vou caminhar nos escombros C C9 E aos meus sonhos vou dar asas G D9 Sou regador dos meus sonhos C C9 Apreciador das batalhas G D9 Vou caminhar nos escombros C E aos meus sonhos vou dar asas C9 Eu vou dar asas
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