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Engenheiros do Hawaii

Refrao De Bolero

Engenheiros do Hawaii

Sobre:

Dificuldade: medio | Estilo: rock brasileiro | Sentimento: nostalgica,melancolica | Ocasião: bar,show,ensaio,festa | Tags: rock, brasil, engenheiros do hawaii, violao, medio, nostalgica

"Refrão de bolero", com credito para Engenheiros do Hawaii. Descricao complementar no catalogo: live, 2000-03-24: Palace, São Paulo, SP, Brazil.

Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "10.000 destinos" (ano 2000, pais BR, status Official). Engenheiros do Hawaii foi uma banda brasileira de rock formada no início de 1985 na cidade de Porto Alegre. Com a exceção de um pequeno hiato no final de 1996 e início de 1997, o grupo esteve na ativa até abril de 2008, quando foi anunciada uma "pausa por tempo indeterminado". Em todo esse período, foi liderado pelo multi-instrumentista Humberto Gessinger, único membro a permanecer em todas as formações da banda. Com mais de 20 discos lançados -- entre álbuns de estúdio, ao vivo, coletâneas e álbuns de vídeo --, conquistou mais de uma dezena de certificações por vendagem, com mais de 3 milhões de discos vendidos. Também, em todo o período de atividade, mais de 15 músicos fizeram parte da banda, sendo os mais conhecidos -- fora Gessinger -- Carlos Stein, Marcelo Pitz, Carlos Maltz, Augusto Licks, Adal Fonseca, Luciano Granja e Lucio Dorfman.

Simplificar Capotraste: Sem capotraste intro: G A Bm F#m Eu que falei nem pensar G E/G# Agora me arrependo roendo as unhas A Frágeis testemunhas A#° De um crime sem perdão Bm F#m Mas eu falei sem pensar G E/G# Coração na mão, como o refrão de um bolero A Eu fui sincero A#° Como não se pode ser Bm F#m Um erro assim tão vulgar G Nos persegue a noite inteira E/G# E quando acaba a bebedeira A A#° Ele consegue nos achar Bm F#m Num bar, G Com um vinho barato E/G# Um cigarro no cinzeiro A A#° E uma cara embriagada no espelho do banheiro G A Bm Teus lábios são labirintos G A Bm Que atraem os meus instintos mais sacanas G Teu olhar A sempre distante Bm Sempre me engana G A Bm F#m G A Eu entro sempre na tua dança de cigana Bm F#m Eu que falei nem pensar G E/G# Agora me arrependo roendo as unhas A Frágeis testemunhas A#° De um crime sem perdão Bm F#m Mas eu falei sem pensar G E/G# Coração na mão, como o refrão de um bolero A Eu fui sincero A#° Eu fui sincero G A Bm Teus lábios são labirintos G A Bm Que atraem os meus instintos mais sacanas G Teu olhar A sempre distante Bm Sempre me engana G A Bm F#m G A É o fim do mundo todo dia da semana (Solo) G A Bm Teus lábios são labirintos G A Bm Que atraem os meus instintos mais sacanas G A Teu olhar sempre distante Bm Sempre me engana G A Bm F#m G A Bm É o fim do mundo todo dia da semana
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