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Humberto Gessinger

Refrão De Um Bolero

Humberto Gessinger

Sobre:

Humberto Gessinger é um cantor, compositor, multi-instrumentista e escritor brasileiro. É especialmente conhecido por ter fundado a banda

Engenheiros do Hawaii, na qual tocou de 1985 até 2008, quando o grupo entrou em uma espécie de hiato por tempo indeterminado. Com esta banda, lançou mais de 20 álbuns -- entre álbuns de estúdio, ao vivo, coletâneas e de vídeo --, conquistando oito discos de ouro, um de platina e 3 DVDs de ouro, além de ter vendido mais de 3 milhões de álbuns e emplacado diversos sucessos fonográficos. Na sequência, participou do duo Pouca Vogal, ao lado de Duca Leindecker, com quem lançou três álbuns e participou de extensa turnê entre 2008 e 2012. Desde 2013, lança discos e faz shows como parte de sua carreira solo que começou em 1996, mas estava parada devido à carreira de seus grupos.

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Ocultar tablatura G A E|------------------------------------------| B|-3-2-0--3-2-0-----------------------------| G|-0------2---------------------------------| D|-0------2---------------------------------| A|--------0---------------------------------| E|-3----------------------------------------| Bm F#m Eu que falei nem pensar G E/G# Agora me arrependo roendo as unhas A Frágeis testemunhas F#/A# De um crime sem perdão Bm F#m Mas eu falei sem pensar G E/G# Coração na mão, como o refrão de um bolero A Eu fui sincero F#/A# Como não se pode ser Bm F#m Um erro assim tão vulgar G Nos persegue a noite inteira E/G# E quando acaba a bebedeira A Ele consegue nos achar Bm F#m Num bar, G Com um vinho barato E/G# Um cigarro no cinzeiro A F#/A# E uma cara embriagada no espelho do banheiro Bm F#m G A Bm F#m Ana Teus lábios são labirintos G A Bm F#m Que atraem os meus instintos mais sacanas G Teu olhar A sempre distante Bm Sempre me engana G A Bm F#m G A Eu entro sempre na tua dança de cigana (2ª parte - repetição) Bm F#m Eu que falei nem pensar G E/G# Agora me arrependo roendo as unhas A Frágeis testemunhas F#/A# De um crime sem perdão Bm F#m Mas eu falei sem pensar G E/G# Coração na mão, como o refrão de um bolero A Eu fui sincero F#/A# Como não se pode ser Bm F#m Um erro assim tão vulgar G Nos persegue a noite inteira E/G# E quando acaba a bebedeira A F#/A# Ele consegue nos achar Bm F#m Num bar, G Com um vinho barato E/G# Um cigarro no cinzeiro A F#/A# E uma cara embriagada no espelho do banheiro Bm F#m G A Bm F#m Ana Teus lábios são labirintos G A Bm F#m Que atraem os meus instintos mais sacanas G Teu olhar A sempre distante Bm Sempre me engana G A Bm F#m G A Eu entro sempre na tua dança de cigana Solo Bm G A Repete o tempo do solo G A Bm Teus lábios são labirintos G A Bm Que atraem os meus instintos mais sacanas G A Teu olhar sempre distante Bm F#m G A Sempre me engana Bm Ana
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