Cifra interativa
Sobre:

Peçonha é o termo da língua portuguesa usado para o veneno produzido por um animal e inoculado em outro animal por meio de um aparato

inoculatório, tais como dentes, ferrão, aguilhão (águas-vivas) ou mesmo forcípulas (lacraias). A ação de injetar é crucial para a definição de peçonha. São toxinas utilizadas ativamente para caça ou defesa. O exemplo mais conhecido é o da peçonha das serpentes. No caso de substâncias irritantes ou tóxicas advindas de alguma planta, como ocorre com a urtiga, geralmente não se usa o termo "peçonha". O termo mais adequado nesse contexto é toxina ou, dependendo do efeito, substância urticante ou irritante.

Dm7 Dm6 Dm7 D6 Minha cara não rara em tua cara de cara Dm7 Dm6 Dm7 D6 Minha cara não rara em tua cara de cara A G O veneno e o remédio, moram dentro de mim A G Numa dose pequena contra o tédio, eu canto E toco sem fim Dm7 Dm6 Dm7 D6 Bate uma súbita alegria quando penso em você Dm7 Dm6 Dm7 D6 Se confunde em euforia quando vem a multidão A G Estou em meu quarto só eu e eu, e meu violão A G Inoculando remédio, exorcizando o meu veneno E a escuridão Dm7 Dm6 Dm7 D Minha cara não rara em tua cara de cara Dm7 Dm6 Dm7 D Minha cara não rara em tua cara de cara A G Liberdade é soltar pipa, mas presa ao cordel A G O contrato cai da boca, quero tinta no papel Dm7 Dm6 Dm7 D6 Fugir é camuflar-se no seu raio de ação Dm7 Dm6 Dm7 D6 Voltar é dizer nunca, mas nunca, nunca sem Acareação Dm7 Dm6 Dm7 D6 Minha cara não rara em tua cara de cara Dm7 Dm6 Dm7 D6 Minha cara não rara em tua cara de cara
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