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Músicas para missa
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Entrada
Ato Penitencial
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Aclamação ao Evangelho
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Santo
Oração Eucarística
Doxologia Amém
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Cordeiro
Comunhão
Pós-Comunhão
Final
Adoração ao Santíssimo
Adoração da Cruz
Aspersão da Água
Entrada da Vela
Intronização da Imagem de N. Sra. Aparecida
Louvor e Adoração
Procissão
Procissão de Ramos
Proclamação da Páscoa
Refrão Orante
Sequência de Corpus Christi
Sequência de Pentecostes
Sequência Pascal
Sinal da Cruz (cantado)
Cifra de Na subida do Morro - Moreira da Silva
Veja os acordes de Na subida do Morro, de Moreira da Silva, e use os controles desta página para mudar o tom, ajustar a leitura e acompanhar a música enquanto toca. Ver mais cifras de Moreira da Silva →
Primeiro acorde: A 10 acordes identificados
(A)
Na subida do morro, me contaram (breque)
Que você bateu na minha nega / Isto não é direito
Bater numa mulher que não é sua (breque) / Deixou a nega quase crua (breque)
No meio da rua / A nega quase que virou presunto (breque)
Eu não gostei daquele assunto (breque) / Hoje venho resolvido
Vou lhe mandar para a cidade de pé junto (breque) / Vou lhe tornar em um
defunto / Você mesmo sabe que já fui um malandro malvado (breque)
Somente estou regenerado (breque) / Cheio de malícia
Dei trabalho à polícia pra cachorro (breque) / Dei até no dono do morro(breque)
Mas nunca abusei de uma mulher que fosse de um amigo (breque)
Agora me zanguei consigo(breque) / Hoje venho animado / A lhe deixar todo
cortado / Vou dar-lhe um castigo (breque)/Meto-lhe o aço no abdome e tiro fora
o seu umbigo (breque)
“Aí meti-lhe o aço, hum! Quando ele ia caindo disse: Moringueira você me feriu;
Eu então disse-lhe: É claro, você me desrespeitou, mexeu com a minha
nega. Você sabe quem em casa de vagabundo malandro não pede emprego;
Como é que você vem com xavecada, está armado; eu quero é ver gordura
que a banha está cara. Aí meti a mão lá na duana, na peixeira, é porque eu sou de Per-
nambuco, cidade pequena, porém decente, peguei o Vargolino pelo abdome, des-
ci pelo duodeno, vesícula biliar e fiz-lhe uma tubagem; ele caiu, bum, todo nsan-
guentado; E as senhoras como sempre nervosas: Meu Deus esse homem morre,
moço. Coitado olha aí está se esvaindo em sangue; Ora minha senhora, dê-lhe óleo
canforado, penicilina, estreptomicina crebiosa, engrazida e até vacina Salk;
Mas o homem já estava frio; Agora o malandro que é malandro não denuncia o
outro, espera para tirar a forra. Então diz o malandro:”
Vocês não se afobem que o homem desta vez não vai morrer (breque)
Se ele voltar dou pra valer (breque) / Vocês botem terra nesse sangue
Não é guerra / É brincadeira (breque) / Vou desguiando na carreira (breque)
A jungusta já vem / E vocês digam que eu estou me aprontando ( breque)
Enquanto eu vou me desguiando (breque) / Vocês vão ao distrito
Ao delerusca, se desculpando (breque) / Foi um malandro apaixonado
Que acabou se suicidando.
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