Cifra interativa
Sérgio Godinho

Na Prisão

Sérgio Godinho

Sobre:

Dificuldade: medio | Estilo: mpb | Sentimento: séria, melancólica, crítica | Ocasião: show, roda de violão, repertório autoral | Tags: mpb, folk, portugues, autoral, show, violao, medio, melancolica

"Na Prisão", com credito para Sérgio Godinho. Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "Lupa" (ano 2000, pais PT, status Official).

Sérgio de Barros Godinho, mais conhecido por Sérgio Godinho OL, é um poeta, compositor, intérprete e, também ator português. José Mário Monteiro Guedes Branco, mais conhecido por José Mário Branco, foi um músico, cantautor, compositor/arranjador e produtor musical português. É descrito como "um dos nomes maiores da canção portuguesa" e apresenta uma extensa actividade musical nas mais variadas áreas, contando com uma carreira de cinco décadas.

Intro: A5 Dois três zero, guarda chama A5 Já não tarda A5 Hão-de revirar a cama A5 Hão-de revistar a cela A5 Olhar, espiolhar, esquadrinhar A5 Verificar A5 Barra a barra, se a janela [Verso 1] C Na prisão C Na prisão C Poucos são C Am7 Os teus pertences D Mas ninguém sabe Dm7 Onde escondes Am7 C O que de secreto penses C Na prisão C Na prisão C O portão C Am7 Abre ao contrário D E é na culpa Dm7 Que defrontas Am7 C O maior adversário C Na prisão C Na prisão C A lição C Am7 Serve p'ra vida D Nunca pouses Dm7 Onde sempre Am7 C Podes andar de fugida C Na prisão C Na prisão C Muitos são C Am7 Os preventivos D Só na sentença Dm7 Contarás ao certo Am7 C Os dias já perdidos [Refrão] G Hoje é dia de visita Amaj7 Rapariga Amaj7 Pinta a boca e ata a fita G Hoje é dia de visita Amaj7 Meu rapaz Amaj7 Põe a camisa bonita Am C Sou p'ra ti, aqui me tens Am P'ra semana, vens, não vens? C Vai tocar a campaínha G E a tua mão ainda na minha Dm E em surdina já te gritas C Porque há horas tão velozes G E semanas infinitas? [Verso 2] C Na prisão C Na prisão C Um irmão C Am É precioso D Pouco interessa Dm7 Que a lei justa Am7 C Veja nele um criminoso C Na prisão C Na prisão C Dentro do pão C Am Dois pacotes D Pode ser que ao Dm7 Consumi-los Am7 C Muitas raivas tu enxotes C Na prisão C Na prisão C O pulmão C Am Respira à toa D Não se entende Dm7 Se morrer Am7 C É quase nunca coisa boa C Na prisão C Na prisão C O tesão C Am É cofre-forte D Que ora solta Dm7 A semente Am7 Para a vida Am7 C Ou para a morte [Refrão] G Hoje é dia de visita Amaj7 Rapariga Amaj7 Pinta a boca e ata a fita G Hoje é dia de visita Amaj7 Meu rapaz Amaj7 Põe a camisa bonita Am C Sou p'ra ti, aqui me tens Am P'ra semana, vens, não vens? C Vai tocar a campaínha G E a tua mão ainda na minha Dm E em surdina já te gritas C Porque há horas tão velozes G E semanas infinitas? [Verso 3] C Na prisão C Na prisão C O trovão C Am Não relampeja D Mas ao menos Dm7 Nessa espera Am7 C Nunca abrigo se deseja C Na prisão C Na prisão C A televisão C Am Nunca tem grades D Passa crimes Dm7 E delitos Am7 C Que vão ser impunidades C Na prisão C Na prisão C Com razão C Am Se tenta a fuga D Mas quando avanças Dm7 Marcas passo Am7 C Impaciente tartaruga C Na prisão C Na prisão C A escuridão C Am Nunca nos cega D Vemos túneis Dm7 Que se acendem Am7 C Quando neles se escorrega [Refrão] G Hoje é dia de visita Amaj7 Rapariga Amaj7 Pinta a boca e ata a fita G Hoje é dia de visita Amaj7 Meu rapaz Amaj7 Põe a camisa bonita Am C Sou p'ra ti, aqui me tens Am P'ra semana, vens, não vens? C Vai tocar a campaínha G E a tua mão ainda na minha Dm E em surdina já te gritas C Porque há horas tão velozes G E semanas infinitas? [Verso 4] C Na prisão C Na prisão C O portão Am Abre p'ra fora D E a liberdade Dm7 É de repente Am C O que ao longe te apavora C E da prisão C Da prisão C Tens na mão Am A tatuagem D Que perfura Dm7 Os caminhos F C Em quadrado da viagem
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