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Tagore

Movido A Vapor

Tagore

Sobre:

Rabindranath Tagore, alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música

bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou "Oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. A história do livro no Brasil relata o desenvolvimento do acesso aos recursos de editoração e de aquisição do livro no país, num período que se estende desde o início da atividade editorial, durante a colonização, até o mercado editorial atual, compreendendo a história das editoras e livrarias que permitiram a acessibilidade moderna ao livro.

Intro: F# B E F# F# Conservei seus olhares em pó Me mudei pra tua sala de estar B E F# Na morada cardíaca, a vista de frente pro mar F# Meu tormento anda sempre onde eu for Meu lamento é clichê de ator B E Não te ter é quase uma tragédia F# Movido a vapor B E Morro te querendo com tu me querendo F# Movido a vapor F# Transformei seus colares em nó Me deitei pra tua alma passar B E F# Namorada cardíaca à vista de frente pro mar F# Meu contento é de ser como eu sou Como o vento vestido de amor B E Não te ter é quase uma tragédia F# Movido a vapor B E Morro te querendo com tu me querendo F# Movido a vapor F# Vai dentro e me traz velas B É um bailar de tumultos E F# Erguidos em frente à bela B Diamantes olhos ocultos E F# Vidraça cor de janela B É doce e sereno fruto E F# É sombra, sol e mazela B É batom vermelho ruivo E F# Encarnado no lábio dela B Demência cor de sussurro E F# Desgraça sabor canela B É doce e sereno fruto E F# É sombra, sol e mazela ( F# ) Debaixo de sete palmo Calada ficou, morreu! No largo do desamparo Me abandonou, me esqueceu Teu riso é sorriso caro Trincado cristal, comum Donzela do mar da vida Perdida em lugar nenhum
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