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Andarilhos de Deus

Sobre:

Osíris é um deus da mitologia egípcia. Conhecido como o deus dos mortos, além de ser a divindade da vegetação, do julgamento e do além. Em

outras culturas, seu nome é variavelmente transcrito em Asar, Ausir, Wesir, Ausare, Hagir, Heinir, Higor, Hermes, Antar, Varor, entre outros. Oriundo de Busíris, no Baixo Egito, foi primitivamente, a deificação da força do solo, que faz a vegetação crescer; disto derivou seus atributos posteriores, que o exaltam como o inventor da agricultura e consequentemente o propiciador da civilização, do qual tornou-se uma espécie de patrono. Mais tarde, seus mitos passaram a representá-lo como um mítico faraó que teria governado o Egito em tempos imemoriais, sendo traído por seu próprio irmão, Seth, que o mata para obter o trono. Osíris, vencendo a morte, renasce no Além, tornando-se o Senhor da vida pós morte e juiz dos espíritos que lá chegam. Embora a trajetória de deus da vegetação para deus da vida após morte pareça desconexa e incoerente, o que há de comum nessas atribuições é o conceito de ciclos de vida e renascimento que tanto a vegetação quanto a passagem para o além carregam. Assim, pode-se dizer que, resumidamente, Osíris é o deus do renascimento. Grigóri Iefímovitch Rasputin foi um místico russo, autoproclamado homem santo e filósofo que se aproximou da família do Czar Nicolau II da Rússia e tornou-se uma figura politicamente influente no final do período imperial.

Em Am Em Ao pai do céu, rogo um lugar Am Em Onde ninguém, viva a chorar Am Em Eu vi de longe, homens zumbis Am Mulheres sem lar Em Am Mesmo na fome elas sorriam Em Am Sem perceber as dores que vinham Em Am Essas crianças cheias de luz Em Semente a brilhar Am Dm G Anjos de Deus põe tuas mãos C Am Acolhe os aflitos que jazem ao chão G Am Recolhe ao pai a minha oração
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