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Ornatos Violeta

Mata-Me Outra Vez

Ornatos Violeta

Sobre:

Dificuldade: medio | Estilo: rock alternativo | Sentimento: intensa, melancolica, dramatica | Ocasião: bar, show, festa alternativa | Tags: rock alternativo, portugues, violao, medio, melancolica, alternativo

"Mata-Me Outra Vez" é uma das músicas mais icónicas da banda de rock alternativo portuguesa Ornatos Violeta, lançada no seu aclamado álbum de

1999, O Monstro Precisa de Amigos [5.4]. A música destaca-se pela escrita singular de Manel Cruz, com uma sonoridade intensa e emotiva que define o estilo da banda. Temas e Letra A letra de "Mata-Me Outra Vez" aborda sentimentos profundos de angústia, fim de ciclos, mortalidade e uma intensidade emocional avassaladora [5.1, 5.2]. Com frases como "O mal é que eu já não sei quem eu sou" e o refrão repetitivo "Mata-me outra vez", a canção explora a ideia de um amor ou experiência tão intensa que se torna quase fatal, pedindo quase um reinício através da dor [5.1, 5.3]. Sonoridade Como muitas canções de O Monstro Precisa de Amigos, a faixa mistura guitarras energéticas com uma melodia melancólica [5.4]. A interpretação vocal de Manel Cruz alterna entre uma calma quase sussurrada e explosões de sentimento, criando uma atmosfera dramática e envolvente. Contexto no Álbum O Monstro Precisa de Amigos é considerado um dos álbuns mais influentes da música portuguesa. "Mata-Me Outra Vez" situa-se num álbum rico em letras metafóricas e arranjos complexos, ajudando a solidificar o culto em torno da banda, que inclui outros sucessos como "Ouvi Dizer" e "Capitão Romance" [5.4]. Em suma, "Mata-Me Outra Vez" é uma canção que encapsula a melancolia poética e a força rock que tornaram os Ornatos Violeta únicos no cenário musical de Portugal. Você

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Simplificar Afinação: E A D G B ECapotraste: Sem capotraste [Verso] D Am G Fala-me um pouco mais, Era tão bom ficar Ebmaj7 D O mal é que eu já não sei quem eu sou Am G Bm F G Eu não sei se eu sou capaz, De me ouvir D Am G Fala-me um pouco mais, Era tão bom subir Ebmaj7 D E dar o que eu nunca dei a ninguém Am G Bm F G Sei que é bom teu travo a tudo, O que é mortal C Já agora, [Refrão] G Gb F Mata-me outra vez, Era tão bom direi G Gb F Mata-me outra vez, Era tão bom direi G Gb F Mata-me outra vez… G F C Mata-me outra vez, Uuoh… [Verso] D Am Tudo tem um fim, E aqui não há, G Ebmaj7 Ninguém que possa ter o mundo para dar D Am G Bm F Se um dia voltar, Vai ser só mais uma forma de me ausentar G Daquilo em que eu não quero pensar D Am Já tudo teve um fim, Já que eu estou por cá G Ebmaj7 D Eu digo como é fácil para mim, Se já não dá Am G Bm F G Sei que é bom teu travo a tudo, O que é mortal C Já agora, [Refrão] G Gb F Mata-me outra vez, Era tão bom direi G Gb F Mata-me outra vez, Era tão bom direi G Gb F Mata-me outra vez… G F C Mata-me outra vez, Uuoh… [Verso] D Am Paro de andar, Paro pra te ouvir, Paro para ver se é bom pra mim G Eb Se é melhor do que uma vida, Tão só e prenha de D Am Ninguém, e vejo que é bom dizer, Paro pra te ouvir G Eb Mas foi só, para ver, se o futuro é para nós D Am Para quem tem o mesmo mal de não saber amar G Eb D Am G Falo que pensar em mim, É cura e faz-me acordar, ou dormir D Am G Fala-me um pouco mais, Era tão bom subir Ebmaj7 D E dar o que eu nunca dei a ninguém Am G Bm F G Sei que é bom teu travo a tudo, O que é mortal C Já agora, [Refrão] G Gb F Mata-me outra vez, Era tão bom direi G Gb F Mata-me outra vez, Era tão bom direi G Gb F Mata-me outra vez… G F C Mata-me outra vez, Uuoh…
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