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Fármacos

Manual De Una Pérdida

Fármacos

Sobre:

"Manual de una Pérdida", com credito para Fármacos. Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "Manual de una Pérdida" (ano 2021, pais XW,

status Official). Fármaco, que deriva da palavra grega pharmakon, é um termo polissêmico que varia de sentido conforme sua utilização e interpretação. Em textos literais, significa "aquilo que tem o poder de transladar as impurezas", seja como um veneno, seja como um remédio, isto é, aquilo que pode trazer tanto o bem quanto o mal ou manter a vida e causar a morte.. A partir dos textos gregos, o pharmakó era aquilo fornecido as vítimas dos sacrifícios aos deuses, enquanto phármakon era o alimento utilizado durante as cerimônias religiosas. Nesse contexto, as variações terminológicas de pharmakon foi ao longo tempo sendo incorporadas ao léxico da saúde e ciências biológicas, que, em língua portuguesa contemporânea, é estável como o termo fármaco. Apolo é uma das divindades principais da mitologia greco-romana, um dos deuses olímpicos. Filho de Zeus e Leto, e irmão gêmeo de Ártemis, possuía muitos atributos e funções, e possivelmente depois de Zeus foi o deus mais influente e venerado dentre todos os deuses gregos. As origens de seu mito são obscuras, mas no tempo de Homero já era de grande importância, sendo um dos mais citados na Ilíada. Era descrito como o deus da divina distância, que ameaçava ou protegia desde o alto dos céus, sendo identificado como o sol e a luz da verdade. Fazia os homens conscientes de seus pecados e era o agente de sua purificação ritual; presidia sobre as leis da Religião e sobre as constituições das cidades, era o símbolo da inspiração profética e artística, sendo o patrono do mais famoso oráculo da Antiguidade, o Oráculo de Delfos, e líder das musas. Era temido pelos outros deuses e somente seu pai e sua mãe podiam contê-lo. Era o deus da morte súbita, das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Além disso era o deus da Beleza, da Perfeição, da Harmonia, do Equilíbrio e da Razão, o iniciador dos jovens no mundo dos adultos, estava ligado à Natureza, às ervas e aos rebanhos, e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros. Embora tenha tido inúmeros amores, foi infeliz nesse terreno, mas teve vários filhos. Foi representado numerosas vezes desde a Antiguidade até o presente, geralmente como um homem jovem, nu e imberbe, no auge de seu vigor, às vezes com um manto, um arco e uma aljava de flechas, ou uma lira, e com algum de seus animais simbólicos, como a serpente, o corvo ou o grifo. No século V a.C., o culto a Apolo foi importado para Roma, inicialmente associado à cura e à profecia. Paralelamente, a partir desse mesmo século, ele passou a ser frequentemente identificado na Grécia com Hélio, a personificação do Sol, um sincretismo que mais tarde os próprios romanos consolidariam. Apolo foi identificado sincreticamente com grande número de divindades maiores e menores nos seus vários locais de culto, e sobreviveu veladamente ao longo do florescimento do cristianismo primitivo, que se apropriou de vários de seus atributos para adornar seus próprios personagens sagrados, como Cristo e o arcanjo São Miguel. Entretanto, na Idade Média Apolo foi identificado pelos cristãos muitas vezes com o Demônio. Mas desde a associação de Apolo com o poder profano pelo imperador romano Augusto se originou um poderoso imaginário simbólico de sustentação ideológica do imperialismo das monarquias e da glória pessoal dos reis e príncipes. Seu mito tem sido trabalhado ao longo dos séculos por filósofos, artistas e outros intelectuais para a interpretação e ilustração de uma variedade de aspectos da vida humana, da sociedade e de fenômenos da Natureza, e sua imagem continua presente de uma grande variedade de formas nos dias de hoje. Até mesmo seu culto, depois de um olvido de séculos, foi recentemente ressuscitado por correntes do neopaganismo.

Intro: //Abmaj7 - Fm7 - Gm7 - Cm7// Abmaj7 Fm7 Enséñame a perder Gm7 Como lo hacen mis ojos Cm Al mirarte. Abmaj7 Fm7 Enséñame a correr Gm7 Todavía tengo miedo Cm7-Cm De encontrarte Abmaj7 - Fm7 - Gm7 - Cm7 Abmaj7 - Fm7 - Gm7 Abmaj7 Fm7 Con la fuerza que me agarras Gm7 Oblígame a sentirte Cm7 Por última vez Abmaj7 Fm7 Porque el cuerpo nos atrapa Gm7 En tu boca y en tu cama Cm7 Si me ves aquí Abmaj7 Bb No te vayas aún de mí Gm7 Lo dicen mis ojos Cm Solo quieren sonreírte Abmaj7 Bb No te vayas aún de mí Gm7 Lo dicen mis ojos Cm7 Solo quieren sonreírte Abmaj7 - Bb - Gm7 - Cm Fm7 Gm7 Fueron tus manos en la pared Cm7 Lo que nos hizo recordar Abmaj7 Fm7 Y no quiero darme cuenta Gm7 Que en realidad Cm7 Siempre estuvo mal Abmaj7 Bb No te vayas aún de mí Gm7 Lo dicen mis ojos Cm7 Solo quieren sonreírte Abmaj7 Bb No te vayas aún de mí Gm7 Lo dicen mis ojos Cm7 Solo quieren sonreírte Ab Bb Enséñame a perder Gm7 Como lo hacen mis ojos Cm7 Solo quiero sonreírte Ab Bb Enséñame a correr Gm7 Todavía tengo miedo Cm7 Solo quiero sonreírte Ab - Bb - Gm7 - Cm7
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