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Zambayonny

La Madriguera

Zambayonny

Sobre:

"La Madriguera" é uma das canções do cantor e compositor argentino Zambayonny (Diego Perdomo), conhecido por suas letras satíricas, poéticas e,

frequentemente, com um humor ácido ou escatológico. Embora não seja tão amplamente discutida quanto seus hits mais controversos (como "Las Tres Cosas de La Vida" ou "La Incogible"), "La Madriguera" se encaixa no estilo de trova ou cantautor que mistura crônicas da vida cotidiana com reflexões intimistas. Pontos-chave sobre o estilo de Zambayonny aplicado a suas composições (como seria de se esperar em "La Madriguera"): Lírica Urbana: Geralmente, as músicas de Zambayonny focam na vida em Buenos Aires, relacionamentos complicados e a rotina do homem comum, muitas vezes retratada com ironia. Narrativa e Sátira: A música é contada como uma história, com um narrador que frequentemente se coloca em situações de vulnerabilidade ou absurdo. Estilo Rioplatense: A linguagem utilizada é muito coloquial, típica do espanhol da região do Rio da Prata, o que dá uma sensação de proximidade e realidade à letra. A "Madriguera" (O Esconderijo): O título sugere um refúgio, um lugar seguro, um apartamento ou um espaço pessoal onde o narrador se isola do mundo exterior, talvez para lidar com decepções amorosas ou existenciais, algo comum no repertório do artista. Zambayonny utiliza a música para desmistificar o amor romântico e a vida adulta, preferindo retratar a realidade com todas as suas contradições. Para saber exatamente o conteúdo da letra, seria necessário analisá-la especificamente, mas ela segue a linha de "trova humorística" ou "trova malandra" que o tornou famoso na Argentina. Se você está procurando informações sobre o significado de outra música, pode me dar mais detalhes!

G Am Llevo tantos días en la madriguera escondiéndome C apenas respirando G D en la tumba inquieta que yo mismo inventé G Am no pasan las horas debajo de la tierra siempre parece ayer C Vos recorrés tu pieza G G7 rozando mi cabeza y sin poderme ver. C Cm G Maldigo y te miro probarte vestidos y el sábado se va F cantando con la radio D D7 se sube al escenario la felicidad. G C D C D G Adiós, adiós mi reina yo me quedo esperándote C D Hasta que vuelvas C D E hasta que al fin me puedas... ver. G Am El teléfono suena tu risa me condena ya pronto te vas C Yo sufro claustrofobia desde que mi memoria G D es un disco de jazz G Am se apagan las luces se cierra la puerta da miedo pensar C G G7 quedó tu perfume flotando en la nube de mi soledad. C Cm G Me asomo de a poco no enciendo los focos recorro el lugar F D D7 Me acuesto en tu cama le pido a tu almohada una oportunidad. G C D C D G Adiós, adiós mi reina yo me quedo esperándote C D Hasta que vuelvas C D Em hasta que al fin me puedas... ver. G Am Me duermo en tu lado perdiendo el cuidado que supe guardar C G G7 despierto asustado de un sueño prestado en tu oscuridad C Cm G no entiendo qué pasa confundo tu casa con otro lugar F D mi tiempo se acaba te dejo la cama tibia una vez más. G C D C D G Adiós, adiós mi reina yo me quedo esperándote C D D7 Hasta que vuelvas G C D C D G Adiós, adiós mi reina yo me quedo esperándote C D Hasta que vuelvas C D Em hasta que al fin me puedas... ver. (El final puede ser también SOL en lugar de MIM, depende de tu ánimo)
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