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Águas Purificadoras Águas Vivas

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Sobre:

O Vale do Paraíba é um acidente geográfico natural que abrange as regiões: Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, no estado de

São Paulo, e Região Sul Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, que se destaca por concentrar uma parcela considerável do PIB do Brasil. Apolo é uma das divindades principais da mitologia greco-romana, um dos deuses olímpicos. Filho de Zeus e Leto, e irmão gêmeo de Ártemis, possuía muitos atributos e funções, e possivelmente depois de Zeus foi o deus mais influente e venerado dentre todos os deuses gregos. As origens de seu mito são obscuras, mas no tempo de Homero já era de grande importância, sendo um dos mais citados na Ilíada. Era descrito como o deus da divina distância, que ameaçava ou protegia desde o alto dos céus, sendo identificado como o sol e a luz da verdade. Fazia os homens conscientes de seus pecados e era o agente de sua purificação ritual; presidia sobre as leis da Religião e sobre as constituições das cidades, era o símbolo da inspiração profética e artística, sendo o patrono do mais famoso oráculo da Antiguidade, o Oráculo de Delfos, e líder das musas. Era temido pelos outros deuses e somente seu pai e sua mãe podiam contê-lo. Era o deus da morte súbita, das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Além disso era o deus da Beleza, da Perfeição, da Harmonia, do Equilíbrio e da Razão, o iniciador dos jovens no mundo dos adultos, estava ligado à Natureza, às ervas e aos rebanhos, e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros. Embora tenha tido inúmeros amores, foi infeliz nesse terreno, mas teve vários filhos. Foi representado numerosas vezes desde a Antiguidade até o presente, geralmente como um homem jovem, nu e imberbe, no auge de seu vigor, às vezes com um manto, um arco e uma aljava de flechas, ou uma lira, e com algum de seus animais simbólicos, como a serpente, o corvo ou o grifo. No século V a.C., o culto a Apolo foi importado para Roma, inicialmente associado à cura e à profecia. Paralelamente, a partir desse mesmo século, ele passou a ser frequentemente identificado na Grécia com Hélio, a personificação do Sol, um sincretismo que mais tarde os próprios romanos consolidariam. Apolo foi identificado sincreticamente com grande número de divindades maiores e menores nos seus vários locais de culto, e sobreviveu veladamente ao longo do florescimento do cristianismo primitivo, que se apropriou de vários de seus atributos para adornar seus próprios personagens sagrados, como Cristo e o arcanjo São Miguel. Entretanto, na Idade Média Apolo foi identificado pelos cristãos muitas vezes com o Demônio. Mas desde a associação de Apolo com o poder profano pelo imperador romano Augusto se originou um poderoso imaginário simbólico de sustentação ideológica do imperialismo das monarquias e da glória pessoal dos reis e príncipes. Seu mito tem sido trabalhado ao longo dos séculos por filósofos, artistas e outros intelectuais para a interpretação e ilustração de uma variedade de aspectos da vida humana, da sociedade e de fenômenos da Natureza, e sua imagem continua presente de uma grande variedade de formas nos dias de hoje. Até mesmo seu culto, depois de um olvido de séculos, foi recentemente ressuscitado por correntes do neopaganismo.

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Intro G Am G Am [Verso 1] G Am Existe um rio, Senhor G Am Que flui do teu grande amor C G Águas que correm do trono C D Águas que curam, que limpam G Am Por onde o rio passar Em D Tudo vai transformar C G Pois leva a vida do próprio Deus C Am D C/E D E este rio está neste lugar [Refrão] G C G Quero beber do teu rio, Senhor C G Am D Sacia minha sede, lava o meu interior Em7 C D Eu quero fluir em tuas águas Em7 Bm7 C Eu quero beber da tua fonte D Fonte de águas vivas C G Tu és a fonte, Senhor ( G D C ) ( G D C ) G9 D/G C Águas vivas fluem do trono de Deus G9 D/G C Águas vivas fluem do trono de Deus Em D C Águas vivas fluem do trono de Deus Em D/F# C Águas vivas fluem do trono de Deus D Em C Vem me tocar com as Tuas águas D Em C Vem me curar com o Teu rio D Em C Vem transformar meu lamento em festa D Em C Leva-me ao lugar onde flui a Tua unção D Em C Vem me tocar com as Tuas águas D Em C Vem me curar com o Teu rio D Em C Vem transformar meu lamento em festa D Em C Leva-me ao lugar onde flui a Tua unção [Refrão] G9 D/G C Águas vivas fluem do trono de Deus G9 D/G C Águas vivas fluem do trono de Deus Em D C Águas vivas fluem do trono de Deus Em D/F# C Águas vivas fluem do trono de Deus G9 D/G C Águas vivas fluem do trono de Deus G9 D/G C Águas vivas fluem do trono de Deus Em D C Águas vivas fluem do trono de Deus Em D/F# C Águas vivas fluem do trono de Deus
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