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Prisma…

Gato Que Brincas Na Rua O Rei Do Mar

Prisma…

Sobre:

Um prisma é o sólido geométrico formado pela união de todos os segmentos de reta congruentes e paralelos a um segmento dado, com uma extremidade

nos pontos de um polígono fixo não paralelo a esse. Ou seja, um prisma é um poliedro com duas faces congruentes e paralelas (bases) e cujas demais faces são paralelogramos. Os prismas são classificados de acordo com a forma de suas bases. Por exemplo, se temos pentágonos nas bases, teremos um prisma pentagonal. O prisma pode ser classificado em reto quando suas arestas laterais são perpendiculares aos planos das bases, e oblíquo quando não são. Civilização Minoica foi uma civilização egeia em Creta, a maior ilha do mar Egeu, que floresceu aproximadamente entre o século XXX e XV a.C. Foi redescoberta no começo do século XX durante as expedições arqueológicas do britânico Arthur Evans. O historiador Will Durant refere-se à civilização como "o primeiro elo da cadeia europeia". Os primeiros habitantes de Creta remontam a pelo menos 128 000 a.C., durante o Paleolítico Médio. No entanto, os primeiros sinais de práticas agrícolas não surgiram antes de 5 000 a.C., caracterizando então o começo da civilização. Com a introdução do cobre em torno de 2 700 a.C. foi possível o início da manufatura de bronze. A partir deste marco a civilização desenvolveu-se gradativamente pelos séculos seguintes, irradiando sua cultura para boa parte dos povos do Mediterrâneo Oriental. Sua história apresentou períodos de conturbação interna, possivelmente causados por desastres naturais, que culminaram na destruição da maior parte de seus centros urbanos. Por volta de 1 400 a.C., enfraquecidos internamente, os minoicos foram totalmente assimilados pelos habitantes do continente grego, os micênicos, que repovoaram alguns dos principais assentamentos na ilha e fizeram com que esta prosperasse por mais alguns séculos.

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Intro A C#m B7 F#m A C#m Gato que brincas na rua B7 F#m Como se fosse na cama A C#m Invejo a sorte que é tua B7 F#m Porque nem sorte se chama E7 Bom servo das leis fatais D7 Que regem pedras e gentes E7 Que tens instintos gerais D7 E sentes só o que sentes ( A C#m B7 F#m ) A C#m És feliz porque és assim B7 F#m Todo o nada que és é teu A C#m Eu vejo-me e estou sem mim B7 F#m Conheço-me e não sou eu ( E7 D7 E7 D7 ) A C#m Muitas velas. Muitos remos B7 F#m Âncora é outro falar A C#m Tempo que navegaremos B7 F#m Não se pode calcular E7 Vimos as plêiades D7 Vemos agora a Estrela Polar E7 Muitas velas, muitos remos D7 Curta vida, longo mar ( A C#m B7 F#m ) A C#m Por água brava ou serena B7 F#m Deixamos nosso cantar A C#m Vendo a voz como é pequena B7 F#m Sobre o compromisso do ar E7 Se alguém ouvir, temos pena D7 Só cantamos para o mar E7 Se alguém ouvir, temos pena D7 Só cantamos para o mar ( A C#m B7 F#m ) A C#m Nem tormenta nem tormento B7 F#m Nos poderia parar A C#m Muitas velas. Muitos remos B7 F#m Âncora é outro falar E7 Andamos entre água e vento D7 Procurando o rei do mar E7 Andamos entre água e vento D7 Procurando rei do mar Final A C#m B7 F#m
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