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Grupo Quero-Quero

Entrando No Bororé

Grupo Quero-Quero

Sobre:

"Entrando No Bororé", com credito para Grupo Quero Quero. Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "Os 16 Grandes Sucessos de Quero-Quero

- Série +" (ano 2017, pais XW, status Official). O quero-quero (Brasil) ou abibe-do-sul (Portugal), também conhecido por tetéu, téu-téu, teréu-teréu e terém-terém, é uma ave da ordem dos Charadriiformes, pertencendo à família dos Charadriidae. Em castelhano é conhecido por tero ou tero-tero, e em inglês como southern lapwing. Ocorre em toda a América do Sul e em alguns pontos da América Central, e sendo uma ave muito popular acabou por fazer parte do folclore de várias regiões. Diante do Trono é um grupo musical brasileiro de música cristã contemporânea e congregacional formado em 1997 na Igreja Batista da Lagoinha, na cidade de Belo Horizonte. É liderado pela cantora, compositora e pastora Ana Paula Valadão.[carece de fontes ] O grupo tornou-se popular no Brasil todo desde o lançamento de seu primeiro álbum em 1998: Diante do Trono. Entretanto, foi a partir dos álbuns Águas Purificadoras e Preciso de Ti, de 2000 e 2001, respectivamente, que adquiriu relevância internacional, tornando-se o maior ministério de louvor da América Latina e um dos maiores ministérios de louvor, adoração e missões do mundo. Também foi considerado uma das bandas mais bem sucedidas na música brasileira. Até o ano de 2010, a banda contava com uma orquestra de metais, regida pelo maestro Sérgio Gomes, entretanto, promoveu diversas mudanças instrumentais ao longo de sua história, tornando-se notadamente pop rock congregacional.

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Intro Am E Am Am7M Am7 Dm E Am F E [Verso 1] Am F E Lá vem o Vitor solito entrando no M'bororé Am E o cusco brazino ao tranco na sombra do pangaré E Chapéu grande lenço negro jeitão calmo de quem chega Am Na tarde em tons de aquarela lembra um quadro do Berega E O flete troteando alerta culpa e se nega pra os lados Am E uma perdiz se degola no último fio do alambrado E Apeia na cruz da estrada e o seu olhar se enfumaça A E7 Saca o sombreiro em silêncio por respeito à sua raça [Refrão] A E Lá vem o Rio Grande à cavalo entrando no M'bororé Bm7 E A E7 Lá vem o Rio Grande à cavalo que bonito que ele é A E Lá vem o Rio Grande à cavalo entrando no M'bororé Bm7 E Am Lá vem o Rio Grande à cavalo que bonito que ele é ( Am E Am Am7M ) ( Am7 Dm E ) ( Am F E ) Am F E Procura a volta do pingo, e alça o corpo sem receio Am Enquanto uma borboleta, senta na perna do freio E Inté interte o cristão, que se cruza campo a fora Am Mirar a garça matreira, no seu pala cor de aurora E Pois lá no rancho de leiva, que ele ergueu com seu suor Am Fica um sonho por metade, de quem vive sem AMOR E Num suave bater de asas, cruza um bando sem alarde A E7 E as garças e o Vítor somem, lá na lonjura da tarde
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