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Villancicos

Entrad Pastorcillos

Villancicos

Sobre:

Vilancete, vilancico ou vilhancico era uma forma poética comum na Península Ibérica, na época da Renascença. Os vilancetes podiam também ser

adaptados para música: muitos compositores ibéricos dos séculos XV e XVI, como Juan del Encina ou o português Pedro de Escobar compuseram vilancetes musicais. Em Portugal vilancete aparece pela primeira vez no Cancioneiro Geral, antologia poética de Garcia de Resende (1516). Este tipo de poema tem um mote - o início do poema que, na música, funciona como refrão - seguido de uma ou mais estrofes - as voltas, coplas ou glosas - cada uma com 7 versos. A diferença entre o vilancete e a cantiga depende do número de versos no mote: se houver 2 ou 3 é um vilancete, se houver 4 ou mais é uma cantiga.

Intro: D A7 D A7 D D A7 Entrad, entrad pastorcitos, D entrad que vamos a ver, A7 al niño tan rebonito D que ha nacido en Belén. Hoy vamos a verle, A7 le queremos besar, no hagáis tanto ruido, no hagáis tanto ruido D que va a despertar. Que bonito es, A7 que bonito está, vamos a cantarle una mazurquilla D pidiéndole paz. Niño nacido en Belén, A7 niño nacido en Belén, D compadécete de Europa, A7 de esta guerra tan cruel D donde mueren tantas tropas. Niñito Jesús, A7 rey de los amores, todos te pedimos D por los pecadores. Niñito Jesús, A7 rey de los amores, todos te pedimos D por los pecadores. Hoy vamos a verle,…
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