Cifra interativa
Jairo Lambari Fernandes

Embaixo Dos Bastos

Jairo Lambari Fernandes

Sobre:

Dificuldade: facil | Estilo: sertanejo | Sentimento: animada, fe, adoracao | Ocasião: churrasco, bar | Tags: sertanejo, bar, churrasco, animada, festiva, facil

"Embaixo dos Bastos", composta e interpretada por Jairo Lambari Fernandes, é uma das obras mais emblemáticas do artista, um ícone da música

nativista do Rio Grande do Sul. A canção celebra a profunda relação entre o gaúcho e seu cavalo. Aqui estão os principais aspectos dessa obra: Tema Central: A música retrata o cavalo como um companheiro essencial, símbolo de liberdade, tradição e identidade campeira. A "Encilha" como Altar: O título refere-se ao ato de montar, com a encilha (bastos) sendo descrita metaforicamente como um "altar" de onde o gaúcho observa o mundo. Valorização da Raça Crioula: A letra destaca com orgulho a "garra da raça" (cavalo Crioulo) e a cumplicidade entre o homem e o pingo. Cultura e Costumes: Jairo utiliza termos típicos da lida no campo, como "enforquilho" (montar) e "macegas" (pasto), reforçando a autenticidade e a nostalgia da vida rural. Atmosfera: A canção evoca o cenário do galpão, a tradição do mate e as "guitarreadas", pilares da cultura sul-rio-grandense. A música está disponível em plataformas como e você pode conferir a letra completa no site Letras.mus.br. Gostaria que eu analisasse a letra de outra música do Jairo Lambari Fernandes, como "Gaudêncio Sete Luas" ou "Canto Campeiro"

Intro: A E F#m E D C# D A F#m E A A E A Até parece um retrato tirado em dia de festa B7 E Chapéu clareando na testa cada vez que me enforquilho D C#m Num dos crioulos que encilho pra me tornar soberano Bm E A Frente ao destino cigano que passa de pai pra filho B7 E Feito uma estrela cadente que alumbra algum descampado D A Meu baio de cacho atado atira o freio por graça A G#m F#m E Honrando o garbo da raça que a própria história carrega D E A E pisa sobre as macegas igual se andasse na praça D E Honrando o garbo da raça que a própria história carrega D E A E A E pisa sobre as macegas igual se andasse na praça A/F# Bm Quando trago uma rosilha serena embaixo dos bastos E A Remendo os caminhos gastos me boleando desse altar E D Hay yerba para matear um galpão pras guitarreadas E A Um verso nas madrugadas e um grilo pra me escutar E D Hay yerba para matear um galpão pras guitarreadas E A Um verso nas madrugadas e um grilo pra me escutar ( E A D C# F# B7 E A ) A E A Se meus bastos não tem velas pra navegar nos varzedos B7 E Sei que me basta o segredo de apartar cincha e bocal D C#m E me agrandar no recau de um mouro que a três ontonte Bm E A Cismou ser mais que o horizonte bebendo a estrada real B7 E Um gateado flor de estampa pra pontear um tropa bruta D A Ou sair em reculuta sem ter pressa de volver A A G#m F#m E Quem faz a vida escorrer da cadência de um bom pingo D E A Traz um olhar de domingo pra cada sol que nascer D E Quem faz a vida escorrer da cadência de um bom pingo D E A Traz um olhar de domingo pra cada sol que nascer A/F# Bm Quando trago uma rosilha serena embaixo dos bastos E A Remendo os caminhos gastos me boleando desse altar E D Hay yerba para matear um galpão pras guitarreadas E A Um verso nas madrugadas e um grilo pra me escutar E D Hay yerba para matear um galpão pras guitarreadas E A Um verso nas madrugadas e um grilo pra me escutar
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