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Cristiano Quevedo

Bem Na Porteira

Cristiano Quevedo

Sobre:

"Bem Na Porteira", com credito para Cristiano Quevedo. Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "Hora do Mate" (ano 2008, pais BR, status

Official). Enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 referem-se às inundações que ocorreram no estado brasileiro do Rio Grande do Sul entre o final de abril e início de maio de 2024. O governo gaúcho classificou a situação como "a maior catástrofe climática" da história do estado. Caxias do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se no nordeste do estado a uma altitude de 817 metros, sendo a maior cidade da Serra Gaúcha; a segunda cidade gaúcha mais populosa, superada apenas pela capital Porto Alegre; e a 47.ª maior cidade brasileira.

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Intro: A E7 A A E7 Circunstanciais os limites pra quem vive no moerão A Num rancho de terra bruta a um metro e tanto do chão D E/C# Bm Um casal de João de Barro com paciência, bico e asa A E7 A Escolheu bem na porteira pra erguer o sonho da casa A E7 O barro depois da chuva bastou pra toda a morada A Mangueira de terra boa sovada com a cavalhada F#m E7 O tempo fez dias claros e a construção foi parelha D C#m Bm A Duas semanas o rancho foi do alicerce pras telhas E7 A F#m O macho levava cantos pro timbre do alambrado E7 A D Na partitura da cerca, anunciava os bem chegados E7 D A Toda manhã de setembro um canto novo acordava D A E7 A Quando a fêmea emplumada, por sobre o rancho cantava E7 A (Porta pro lado do sol, meter a cara em porfia E7 A E um canto de passarinho chamando as barras do dia E7 A D E7 A Por que a vida tem sentidos, onde a razão não se cansa F#m E7 D A De renascer todo o dia, aonde exista esperança...) (Intro) A E7 Mas foi bem junto com a chuva que uma tropa de cruzada A Se apertou bem na porteira querendo pegar a estrada D E/C# A E o moerão num trompaço perdeu o entorno e a razão E7 A E derrubou o ranchinho de terra e ninho pro chão A E7 E a tropa cruzou por diante sem reparar o que fez A Casco e pisada quedaram dois sonhos de uma só vez F#m E7 E o barreiro repousado no outro moerão da porteira D C#m Bm A Parecia que buscava ao longe a sua companheira E7 F#m Custou, mas cantou de novo, de asa e de bico aberto E7 A D Quando o casal se encontrou num cinamomo ali perto E7 D A Pra erguer um novo rancho no mesmo ciclo de espera D A E7 A Longe do cruzo das tropas, na próxima primavera... E7 A (Porta pro lado do sol, meter a cara em porfia E7 A E um canto de passarinho chamando as barras do dia E7 A D E7 A Por que a vida tem sentidos, onde a razão não se cansa E7 A D E7 D A De renascer todo o dia, aonde exista esperança...) (Intro)
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