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Sobre:

A música da Bahia diz respeito à produção musical do estado brasileiro da Bahia, em suas diversas manifestações. Inclui portanto as músicas

típicas e ali originadas, as realizadas por artistas baianos que se destacaram em outras terras e as de artistas naturais de outros estados mas que vieram a basear sua carreira na Bahia. Babilónia (português europeu) ou Babilônia (português brasileiro) foi a cidade central da civilização babilónica, na Mesopotâmia, situada nas margens do rio Eufrates. As suas ruínas encontram-se a norte do centro da cidade atual de Hila, capital da província de Babil, no Iraque, situada 100 km a sul de Bagdade. Em pelo menos duas ocasiões, a primeira no século XVIII a.C. e a segunda no século VI a.C., foi capital da principal potência da Mesopotâmia e, nesses períodos, é possível que tenha sido a maior cidade do mundo, na qual existiam alguns dos monumentos mais impressionantes da Antiguidade e que ocupava uma área de cerca de 10 km² defendida por várias cercas de imponentes muralhas. O seu sítio arqueológico foi classificado pela UNESCO como Património Mundial em 2019.

Em C G D Babilônia Babilônia prepare-se para cair Em C G D Babilônia Babilônia esta chegando o seu fim 2 vezes Em C Eu vir muitas imagens na Babilônia G D Multidões ajoelhada na frente e atrás, da vergonha Em C Mas vocês não deve eles adoraram G D Só javé dos nossos antepassados Em C A língua desse deuses são feita por um artista G D Não fala nada e nem tem vida Em C Eles enfeitam com roupas com se fosse gente G D Mas são de prata e ouro e nada sente Em C São obrigados a limpar a cara G D Por causa da poeira que agarra Em C Outros tem uma faca ou uma machadinha na mão G D Não e capaz de defender-se do inimigos os de ladrão Em C Uns tem pés mais não andar G D Quem se ocupa dele só passa vergonha Em C Se apareci um perigo não pode agir G D Não salva ninguém nem a si Em C Se entra um assaltante ou um ladrão leva tudo dele G D Não e capaz de acudir nem ele Em C Mas vale uma porta numa casa que protegi tudo G D Do que esses deuses cegos e surdos Em C São incapazes de promove a justiça G D E uns deuses parasitas Em C Não pode amaldiçoa nem abençoa G D Como espantalho numa plantação nada vigia Em C Como se faz com uma moça que se enfeita G D Pega ouro e faz um colar e colocar na cabeça Em C Eles tem mãos mas não pega G D Tem pés mais alguém carrega Em C Da boca deles não sai nem um som G D Não faz o mal nem o que e bom Em C Não e capaz de destruir quem o ofende G D Vai destruir como, se e impotente Em C E melhor um objeto de utilidade em casa G D Do que esses deuses que não faz nada Em C A boca desses ídolos e feito com um gesso G D Não come e nem senti cheiro Em C Prefiro uma galinha cuidado dos pintinhos no quintal G D Do que esses deuses cara de pau Em C Acende para eles um montes de velas G D Não vê nem uma delas Em C Morcegos e andorinhas voam e cagam encima deles G D Depois tem que limpa eles Em C Não pode da vista a um cegos G D Como e que um cego vai da vista a outro cego Em C Por ai se ver que não são deuses mesmo G D e você não deve temer-los Em C não faz nada, não faz nada não G D e uns deuses da tapeação Em C não faz nada, não faz nada não G D não deposite nele o seu coração
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