Cifra interativa
Luiz Marenco

Aquele Zaino

Luiz Marenco

Sobre:

Dificuldade: fácil | Estilo: música nativista gaúcha | Sentimento: nostálgica, alegre | Ocasião: churrasco, rodeio, acampamento | Tags: gaúcha, nativista, gaucho, sertanejo regional, violao, churrasco, rodeio, facil

"Aquele Zaino", com credito para Luiz Marenco. Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "Canta Noel Guarany" (ano 1996, pais XW, status

Official). Luis Rogério Marenco Ferrân, mais conhecido como Luiz Marenco é um político e cantor brasileiro de música nativista. É deputado estadual do Rio Grande do Sul, sendo 1º Vice Presidente da Assembleia Legislativa.

Intro Em B7 Em Em Entre os cavalos que eu tive B7 Ouve um zaino requeimado! Era bom como um pecado Em De pata e rédea - um relâmpago! Bonito para um passeio B7 Garboso e atirando o freio Em toda a lida de campo Em B7 Foi de fama, esse pingaço Em Arrocinado por mim! B7 Orelhas grandes assim Em Como pombas haraganas B7 Por seu galope hay tiranas Em B7 Que ainda se alembram de mim Os grandes tiros de laço Em Os de parar a gauchada E os pealos de escornada B7 Mais do que a vista e que ao braço Em Eu os devia ao grande pingo! B7 E quantas vezes, ringindo Em Cincha, bastos, e caronas B7 Me levava às querendonas Em B7 Pelas tardes de domingo! Sentava-lhe um cogotilho! Em Fogoso para um floreio B7 Mansito para um idílio Por noites de tempo feio Certo no rumo ou no trilho Em E até recordo um enterro B7 Em que um taura ia pra toca Ao tranquito acompanhando Meu zaino ia se ladeando Em Pra um selim de chinoca B7 Foi um amigo que eu tive Em Esse zaino requeimado! B7 Só de lembrá-lo revive Em Uma saudade importuna B7 Nele, firme no lombilho Em Eu me sentia um caudilho Nas vanguardas da coluna B7 Nos bailes, de madrugada (Ou mesmo n'algum bochincho) Preso ao palanque, alarmado Em Chamava o dono enredado B7 Pelos clarins do relincho! Como a dizer: Está na hora Em B7 Patrão, de voltar a estância! Já chega de extravagância Em Amigo, bamos simbora! B7 Logo as chilenas cantavam O lenço e o pala ruflavam E as toaditas retrechavam Em No galope estrada fora B7 Por tardes, cabeça erguida Olhava ao longe, desperto Em Talvez sonhando a aventura B7 Da correria e a loucura Em De algum sultão do deserto B7 Dos seus ancestrais, na Ibéria Decerto algum foi montado Em Por alguém que não entangue B7 O tempo a memória de ouro! Em Batalhas de luso e mouro B7 Em Que ainda carrega no sangue B7 Às vezes corria à toa Em Solto, em violento furor B7 Em tão tremendo atropelo Tal se levasse de em pêlo Em B7 Um guarany boleador Lavado em suor, venta aberta Em Uns olhos de javali! Estampa de alarma e alerta B7 Cogoti de buriti Com as orelhas mais inquietas Em Que gavião quiri-quiri! Am Como se um canhão tronasse B7 Em E o velho Osório o montasse B7 Em Nos campos de Tuiuti
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