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Antídoto Pro Tempo

Marco Antônio Porto

Sobre:

Marco Antônio (português brasileiro) ou Marco António (português europeu), conhecido também apenas como Antônio, foi um político da gens Antônia

da República Romana nomeado cônsul por três vezes, em 44, 34 e 31 a.C. com Júlio César, Lúcio Escribônio Libão e Otaviano respectivamente. Foi ainda mestre da cavalaria do ditador em 48 e 47 a.C.. Antônio era aliado de César e serviu com ele durante a conquista da Gália e na guerra civil contra Pompeu. Foi nomeado administrador da Itália enquanto César consolidava seu poder na Grécia, África e Hispânia. Depois do assassinato de César, em 44 a.C., Antônio se juntou a Marco Emílio Lépido, outro grande general de César, e a Otaviano, que era seu sobrinho e filho adotivo, formando uma ditadura de três homens conhecida como Segundo Triunvirato. Os triúnviros travaram uma guerra contra os liberatores, como eram chamados os assassinos de César, e os derrotaram na Batalha de Filipos, dividindo o comando da República entre si a partir daí. Antônio recebeu as províncias orientais, incluindo o reino cliente do Egito, governado na época por Cleópatra VII Filópator, e o comando da guerra contra os partas. Humberto de Alencar Castelo Branco GOA o GColIH foi um militar e político brasileiro. Foi o 26.º presidente do Brasil, o primeiro ditador do período da ditadura militar, tendo sido um dos articuladores do golpe militar de 1964. Os principais objetivos da intervenção militar eram acabar com os nacionalistas reformistas, representados pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o projeto das Reformas de Base do governo João Goulart, e institucionalizar a ditadura militar através dos atos institucionais. Uma das primeiras medidas de seu governo foi a promulgação do Ato Institucional 2, que aboliu o pluripartidarismo no país e concedeu poderes ao Presidente da República para cassar mandatos de deputados e convocar eleições indiretas. Na política externa brasileira passou a buscar apoio econômico, político e militar nos Estados Unidos. Era filho do general Cândido Borges Castelo Branco, 6.º neto do 11.º Senhor de Pombeiro e de sua mulher a 9.ª Senhora de Belas, Antonieta de Alencar Gurgel, membro da família do escritor José de Alencar e descendente de Toussaint Gurgel.

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Intro D D9 C9 G D D9 C9 G D D9 C9 G D D9 C9 G D D9 C9 Havia um tempo em que eu estava G Assim tão perto D D9 C9 Dos sentimentos e razões G De estar bem certo D D9 C9 G De dar as cartas nesse jogo tão complexo C Em Em7 Então, te dava a mão F G Pra te dizer como fazer D D9 São essas rugas C9 G Que nos marcam com o tempo D D9 E que nos fazem C9 G Esquecer desses momentos D D9 C9 E tudo passa e até palavras G C Do que eu tinha por dizer Em Em7 E o que dizer? F Não sei dizer G Não vou dizer não! D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G D D9 Por quê não tenho um antídoto pro tempo? C9 G D D9 Nãnunãnunãnãnão C9 G D D9 Nãnunãnunãnãnão C9 G Nãnunãnunana Solo C Em Em7 F G D D9 C9 G D Mas eu não temo a solidão D D9 C9 G D Mem o va_zio em meu olhar D D9 C9 G D E as cartas que não foram em vão D D9 C9 G C Agora alguém tem que jogar ( Em Em7 F G ) D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G (Para as lembranças que se apagam com o vento) D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G (E essas palavras que me saem do pensamento) D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G (Vem pro vazio certas coisas não entendo) D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 (Para as pessoas que não lembro G D D9 (Ou não conheço) C9 G D D9 Nãnunãnunãnãnão C9 G D D9 Nãnunãnunãnãnão C9 G D Nãnunãnunãnãnão D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G Por quê não tenho um antídoto pro tempo? D D9 C9 G D Por quê não tenho um antídoto pro te_mpo? (Por quê?)
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