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Sueño de Pescado

Almas En Pena

Sueño de Pescado

Sobre:

"Almas en pena", com credito para Sueño de Pescado. Essa gravacao aparece relacionada ao lancamento "Motor animal" (ano 2022, pais AR, status

Official). Jorge Edwards Bello foi um escritor e diplomata do Chile, e uma das figuras de proa da literatura chilena contemporânea. Escreveu poesia e romances. Almonte é um município na costa atlântica, no sudoeste de Espanha. Com 25.327 habitantes, ocupa o terceiro lugar na província a sua área de 859,2 km² coloca-o em 19º lugar no ranking nacional. Situa-se a uma altitude de 75 metros e a 65 km da costa sul de Portugal. O município inclui a cidade de Almonte, a aldeia de El Rocío, a localidade costeira de Matalascañas e grande parte do Parque Nacional de Doñana, Património Mundial da UNESCO. Dois dos seis Monumentos Naturais protegidos pelo Governo Regional da Andaluzia em Huelva também se encontram em Almonte. Hoje, o município é reconhecido internacionalmente graças aos seus mais de 50 quilómetros ininterruptos de costa e à peregrinação do Rocío, um evento que reúne mais de um milhão de pessoas de todo o país e do estrangeiro na aldeia homónima. A arquitetura desta aldeia, juntamente com outros elementos culturais do município, foi exportada para a América, influenciando a cultura do Velho Oeste. A sua indústria agroalimentar orgânica, uma das maiores da Europa, é também notável. Almonte é membro fundador e sede da Associação de municípios com território em parques nacionais, foi o primeiro município de Espanha a assinar a Carta para a Sustentabilidade, é o único município do país com plataforma de lançamento de foguetes e o único da Andaluzia com residência oficial.

Intro: G Em C (x4) G Volví caminando en un pueblo vacío C y soñé que escuchaba tu voz G Anduve aferrado a mil casos perdidos C Y nunca perdí la razón G Suenan campanas, la noche se acaba C Y se aplana en la ruta un motor G Cada mañana, las luces del alba C Y un alma que exclama dolor [Refrão] G Em C ¡Vamos a ver quien se ríe al final de este cuento! ¡Todo el ayer, no se pierde la fé en el intento! Duele crecer si la fiera se duerme de adentro Ví florecer tantas almas en pena que siento… (mutea) que van a pasar G Los barrios que crecen en duelos, carencias C Y acá nadie escucha su voz G Sin agua en las pestes, sin pan en las fiestas C Inspiran violencia y amor G C La vida se vuelve un knoucaut de pospuestas propuestas que sueñe con dar G Abrigo en invierno, C una calma a la eterna certeza de no despegar [Refrão] G Em C ¡Vamos a ver quien se ríe al final de este cuento! ¡Todo el ayer, no se pierde la fé en el intento! Duele crecer si la fiera se duerme de adentro Ví florecer tantas almas en pena que siento que… G Em C ¡Vamos a ver quien se ríe al final de este cuento! ¡Todo el ayer, no se pierde la fé en el intento! Duele crecer si la fiera se duerme de adentro Ví florecer tantas almas en pena que siento… (mutea) Que van a pasar
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