E|--------------------------------------------------------|
B|--------------------------------------------------------|
G#|--0----1---3-0--5--3-1-0---0-1---0-3-1-0---------------|
E|---0----2---4-0--5--4-2-0-2-0-2---0-4-2-0---------------|
B|--------------------------4-----------------------------|
E|--------------------------------------------------------|
B|--------------------------------------------------------|
G#|--0--1--3---0-5-3-1-0---0---1-3-1-0-0------------------|
E|---0--2--4---0-5-4-2-0-2-0---2-4-2-0-0------------------|
B|-----------------------4--------------------------------|
E--------------------------------------------------------|
B|--------------------------------------------------------|
G#|--7-7-7-7----8-7---7-1-5-5-5---3-1--0-5-3--------------|
E|---7-7-7-7----9-7---7-2-5-5-5---4-2--0-5-4--------------|
B|--------------------------------------------------------|
E--------------------------------------------------------|
B|--------------------------------------------------------|
G#|--0--1-3--3---3-1--3-3--0--0--1--1--1--0---------------|
E|---0--2-4--4---4-2--4-4--0--0--2--2--2--0-2-------------|
B|------------------------------------------4-0-----------|
E--------------------------------------------------------|
B|--------------------------------------------------------|
G#|--5--5-5-5--5--0--5-3-7--5---3--1--3--0-0--------------|
E|---5--5-5-5--5--0--5-4-7--5---4--2--4--0-0--------------|
B|--------------------------------------------------------|
vou contar o causo direito do modo que se passou
porque o pai de suzana num criminoso virou
na hora que deu o tiro foi que a suzana gritou
oh papai porque fez isso o senhor nem me consultou
se eu ainda estou com vida é o preto que me salvou
no mato eu tava lenhando logo pegou escurecer
o caminho que eu voltava eu não podia mais ver
naquilo avistei o preto de susto peguei tremer
mocinha não tenha medo escutei ele dizer
eu sou preto só na cor mal nenhum vou lhe fazer
eu tava muito cansada o meu corpo não agüentou
fui sentar debaixo dum toco uma cobra me picou
o preto rancou da faca o meu pé ele sangrou
o veneno da serpente com a boca ele tirou
pra salvar a minha vida com a morte ele brincou
e aqui nessa cabana ele trouxe eu carregando
e que nem um sentinela na porta ficou vigiando
lá fora na mata escura as feras tava uivando
abatido pelo sono coitado foi cochilando
veio o senhor de surpresa e a vida foi lhe tirando
com as palavras de suzana o seu pai pegou chorar
fosse coisa que eu pudesse de novo a vida eu lhe dar
com o sangue desse inocente minha honra eu fui manchar
este chão que ele pisava eu não mereço pisar
sei que vou ser condenado só deus pode me livrar
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