Intro: E A9 E A9 E A9 E A9
E A9 E A9
Vou falar da vida alheia, distração de quem vem de lá pra cá
E A9 E A9
Meus problemas sim vão ficar pra mim, na revista velha vou guardar
E A9 E A9 E A9 E A9
Na entrada do auto-falante gerar um ruído que entre na mente frágil do ouvinte obediente
E A9 E A9 E A9
E na frequências da inteligencia, na maré alta da inocência
E A9 E A9
E na beleza da natureza, vou parar pra pensar com clareza
E A9 E A9 E A9 E A9 Am
E se nossas vidas fossem como cordas novas de um violão, sem dilatar
G D C
Que graça teria então afinar meu violão
G D C
A graça estaria lá só que não poderia olhar
G D C
O tapete ficaria no chão, mas ninguém iria pisar
G D C
Que graça teria então passar o dia sem se levantar
G D C
Um dia até seria bom, mas um mês ou um ano não
G D C E A9 E A9
E as pessoas ficariam sem poder falar da vida alheia
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