Intro C G Am F
[Verso 1]
C G
O barroco é dualidade
Am F
E oposição
C G
Luta entre o corpo
Am F
E a alma, a fé e a razão
C G
Na idade média era
Am F
Teocentrismo
C G
E no renascimento era
Am F
Antropocentrismo
[Refrão]
C G
O barroco é o céu
Am F
E o inferno
C G
Crise entre o efêmero
Am F
E o eterno
C G
O barroco é o céu
Am F
E o inferno
C G
Crise entre o efêmero
Am F
E o eterno
[Verso 2]
C G
Linguagem complexa
Am F
Como forma de expressão
C G
Já que a vida é curta
Am F
(Carpe diem, meu irmão!)
C G
Mas a consciência clama
Am F
Por perdão
C G
A alma quer o céu
Am F
E o corpo, a perdição
C G
Gregório de matos
Am F
É o boca do inferno
C G
E o padre vieira é bom
Am F
De verbo
C G
Gregório de matos
Am F
É o boca do inferno
C G
E o padre vieira é bom
Am F
De verbo
[Verso 3]
C G
(Dormir e acordar)
Am F
É uma antítese, eu sei
C G
(Dormir acordado)
Am F
É paradoxo, já saquei
C G
Jogo de palavras
Am F
Chamamos de cultismo
C G
E jogo de idéias
Am F
É o conceptismo
Final C G Am F
ESCOLHA OS ACORDES:
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