[Intro ]e 1º verso:
O pulso afasta os pontos
e deixa respirar cicatrizes sempre abertas.
Mantidas abaixo do desprezo ao acaso
e desculpas semi aceitas...
C (10x) B (10x)
de quando o sol não nasceu pra mim
e eu estive deixando a chuva escorrer
pelas feridas, pra jamais esquecer
E C
dos dias em que fomos um,
e teus olhos diziam:
E C
"dorme, que por ti eu zelo"...
E
Me diz o que fazer
C E
agora que ardes qual escárnio
C
de sonhos sem crença
(C B)
e não mais olhas por mim...
Eu não penso em dizer adeus
mas não consigo ficar aqui
E C B A A C B A A E
correndo entre gigantes mortos
C B A A C B A A
em castelos no céu.
E C E C
Os moinhos não mais dançam teus beijos
E C E C
e eu me sinto tão alheio a teus erros...
E C B A A C B A A E
Me diz onde estava você quando olhei pra trás
C B A A C B A A E
e as nuvens de pragas devoravam minha sombra?
C B A A C B A A E
Me diz como podes esperar refugo em meu lar
C B A A C B A A
se os cortes em meu rosto ainda sangram com teu gosto?
(E C)
Correndo entre gigantes mortos em castelos no céu
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Contribuição: Saulo Santos (Carpe Diem - Aracaju - SE)(s.a.u.l.o@ig.com.br)
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